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Do bom ou do melhor: quando nossos padrões ficaram tão altos?

Do bom ou do melhor: quando nossos padrões ficaram tão altos?

O mundo está em uma constante corrida para alcançar sempre mais. Sem, ao menos e por muitas vezes, perceber por onde está passando. Concordo que não devemos nos acomodar ou se contentar. E, sim, sempre irmos atrás de melhorias, claro. Mais ou menos, às vezes, é mais do que suficiente
 

 

O que significa descomplicar para vocês? Na última semana, em um dos livros de cabeceira atuais, li sobre a busca incessante do “melhor”. Hoje, o bom não serve mais. Pois é. Descomplicar seria esquecer primeiramente esse conceito que, a meu ver, não tem sentido.

Todos procuram o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, o melhor corpo... O ideal é ter o "top de linha", e isso nos faz nos sentir importantes, não é mesmo? Isso até que outro melhor apareça e ocupe o mesmo posto, não é?

Defendo um ponto de vista: quando queremos apenas o melhor, vivemos aflitos, inquietos e sem sossego. Sem contar a ansiedade que essa pressão nos traz. E acabamos por não desfrutar do que temos ou do que já conquistamos. Os olhos miram no que ainda falta.

O mundo está em uma constante corrida para alcançar sempre mais. Sem, ao menos e por muitas vezes, perceber por onde está passando. Concordo que não devemos nos acomodar ou se contentar. E, sim, sempre irmos atrás de melhorias, claro. Mais ou menos, às vezes, é mais do que suficiente.

Não podemos deixar essa busca permanente pelo melhor nos deixar ansiosos e nos impedir de desfrutar tudo que há de bom que já temos. Será que a gente precisa de mais do que isso?

Vamos dar mais valor à casa que temos. Ela pode ser pequena, mas nos acolhe. O emprego que não nos paga tão bem, mas traz alegrias. Os nossos companheiros que tem defeitos (assim como nós) - e, no entanto, nos fazem felizes.

As férias que não foram na Europa, entretanto, foram cheias de amor. O rosto que não é mais tão jovem, e ainda assim traz marcas de histórias.

Viver de forma menos complicada é uma ótima pedida para saúde mental e física. Vamos em busca!


Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
photo Reprodução

Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã