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Câncer de mama: se detectado precoce, maior é a chance de cura

Câncer de mama: se detectado precoce, maior é a chance de cura
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Conscientizar as mulheres sobre a doença é fundamental não apenas em um mês, mas sim durante todos os 365 dias que compõem um ano

 

Já estamos na metade de outubro e, como de costume, não poderia deixar de abordar na coluna sobre o câncer de mama. Batizado de Outubro Rosa, o mês é dedicado a conscientizar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a enfermidade é a que mais mata mulheres no Brasil e no mundo depois do câncer de pele melanoma.

De acordo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), para cada ano do biênio 2018-2019 é estimado mais de 59 mil novos casos no país. O câncer de mama decorre da multiplicação de células anormais no tecido mamário que formam um tumor. Quando não identificado e tratado de forma precoce, o abscesso cresce de modo agressivo, tornando-se maligno. Há vários tipos desse câncer de mama, sendo que, alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros são mais lentos.

Mais comum entre o público feminino, a doença também pode ser detectada em homens, porém é raro, o que representa apenas 1% do total de casos, conforme afirma o Inca. Já entre as mulheres, o câncer de mama costuma acometer pacientes com mais de 35 anos e acima dessa idade a incidência cresce progressivamente, inclusive, após os 50 anos. Além do gênero e idade, outros fatores de risco são genética, histórico familiar ou pessoal, mamas densas, alcoolismo e obesidade.

 

Sintomas

Além da dor na mama ou no mamilo, os sinais de maior incidência em pacientes com a doença são: nódulo único endurecido, modificações na pele de uma parte da mama, inchaço do braço, derme irritada e avermelhada na região mamária. Um dos sinais que mais deixam as mulheres em alerta é a saída de líquido dos mamilos.

 

Diagnóstico

Em caso de suspeita de câncer de mama, o autoexame é a primeira técnica a ser colocada em prática na tentativa de identificar abscessos e descobrir precocemente células cancerígenas. Mas, vale ressaltar que a mamografia é o exame capaz de diagnosticar o câncer de mama em seu estágio inicial, pois os nódulos com menos de 1 centímetro ainda não podem ser apalpados. Nas situações em que precisa de uma avaliação mais detalhada, ou seja, uma comprovação, é solicitada uma biópsia do nódulo mamário.

O médico especializado em glândulas mamárias é o mastologista. Geralmente, o profissional recomenda que mulheres acima de 40 anos se consultem regularmente e façam, no mínimo, uma mamografia ao ano. O ultrassom e a ressonância magnética atuam como procedimentos complementares.

 

Prevenção

As mulheres que têm casos da doença na família ou outro fator de risco devem ficar atentas quanto a incômodos na região das mamas. Ao perceberem os primeiros sintomas, elas precisam procurar um médico para avaliação das mamas periodicamente. 

De acordo com o Inca, uma média de 30% dos casos da patologia poderiam ser evitados se práticas saudáveis tivessem sido adotadas. Por exemplo, frequência de atividade física, alimentação saudável, não usar anticoncepcional e amamentar.

 

Tratamento

O tratamento depende da gravidade e do estágio do câncer, sendo assim, o médico pode optar por um ou pela combinação de vários métodos. Mas, o maior aliado para um tratamento eficaz é detectar a doença nas fases iniciais. Desse modo, aumentam as chances de cura e impede que o tumor alcance outros órgãos.

Dentre os procedimentos disponíveis para a retirada do tumor estão a quimioterapia, radioterapia e mastectomia – cirurgia para extrair parcial ou totalmente a mama.

Quando parte ou toda a mama é retirada, a reconstrução imediata do seio está prevista em lei. Em alguns casos, o tratamento pode ser continuado a fim de eliminar ou evitar a progressão da doença, o que varia de acordo com a severidade do tumor.

 

Fica a dica!

Conscientizar a população sobre esse tipo de câncer é fundamental não apenas em um mês, mas sim durante todos os 365 dias que compõem um ano. Não deixe de fazer o autoexame e de se consultar regularmente, caso tenha algum fator de risco.  Quanto antes descobrir o câncer de mama, maior é a chance de cura.

 

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
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Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã