GPS Lifetime GPS Lifetime

Novo lar: GPS|Lifetime explica o beabá da adoção de pets

Novo lar: GPS|Lifetime explica o beabá da adoção de pets
collaborated Theodora Zaccara
photo Reprodução/GoogleImagens

Conheça os principais abrigos de Brasília e conheça a história de quem escolheu adotar um novo amigo

 

Aos 22 anos, Aluãny Carvalho pode parecer demasiado jovem, mas a pouca idade não reflete o nível de engajamento: nos momentos livres, a formanda de Arquivologia faz parte da equipe de voluntários do abrigo Flora e Fauna, instituição brasiliense que se dedica ao resgate e cuidado de animais abandonados. “Entrei em contato pelo Instagram do abrigo para saber o que eu poderia fazer!”, assim, a brasiliense, que já é “mãe" de três cães adotados, começou a ter uma visão do outro lado da moeda.

Adotar um bichinho é a alternativa a comprar um pet, e é uma oportunidade de dar uma segunda chance a um animal em situação de necessidade. De acordo com a veterinária Renata Queiroz de Melo, a questão de raça e pedigree é pessoa, e qualquer companhia é valida na hora de levar um novo amigo para casa “Já que tem tantos bichinhos na rua, é sempre bom adotar! Mas recomendo levar o animalzinho direto da feira para o veterinário”, conta a profissional, que ainda acrescenta: “A pessoa tem que se perguntar se tem condição, tempo e disponibilidade de cuidar de uma vida. As perguntas que você vai fazer para a ONG, você tem que primeiro fazer a si mesmo. Essa é a minha principal recomendação”.

 

Faísca, Jujuba e Moa: os cães acolhidos por Aluãny da vida nas ruas

 

Em Brasília, a doutora recomenda as organizações Proanima, Salvando Vidas e Adoção São Francisco “Algumas ONGs têm sites que já disponibilizam as informações médicas dos animais”. Para Aluãny, a vontade de ajudar transcende os limites da capital “Acompanho e sigo abrigos de vários cantos do Brasil!”, conta a jovem, que recomenda os seguintes estabelecimentos: Abrigo São Lázaro, em Fortaleza, Sr. Alberto, em Recife, Casa Dos Anjos, no Rio de Janeiro e Animais Aumigos, em Salvador.


Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
photo Reprodução

Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã