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Como criar o hábito de malhar, ainda nesse ano?

Como criar o hábito de malhar, ainda nesse ano?

Acredito que boa parte das pessoas tenha colocado no papel a promessa de praticar exercícios regularmente nesse ano de 2018. Mas, acredito também que a maioria dessas pessoas não tenha cumprido a meta. Tudo porque malhar deve ser um hábito. E como hábito, deve seguir umas regras essenciais para sua fixação.

Hábito é tudo aquilo que fazemos sem perceber. Aquela coisa que já faz parte da rotina e que quando falta, parece que o dia não é o mesmo. Por exemplo, escovar os dentes é um hábito. Você não aprendeu isso sozinho. Provavelmente seus pais ou familiares ensinaram essa rotina desde pequeno. Mas como criar um hábito?

Autores da psicologia afirmam que o hábito é criado com base em três pilares: uma deixa (motivo), uma rotina (processo) e uma recompensa (premiação). Para que o exercício físico faça parte da sua vida, você precisa executar esses três pilares. Por exemplo, toda vez que você vai para a academia sem se planejar, não estabelece objetivos/ metas e não observa uma recompensa no final do processo. O hábito nunca se fixa e você caí no loop da frustração.

Você quer uma dica para quebrar esse ciclo? Então encontre um real objetivo para começar a se exercitar (emagrecer para sair do risco de diabetes, ter mais saúde para brincar com o filhos, força nos braços para desempenhar um melhor trabalho). Enfim, escolha algo que te faça sair da cama todos os dias.

Depois, planeje uma rotina, se possível por escrito, que você vai seguir para colocar o exercício no seu dia (organizar a bolsa da academia e aproveitar 20 a 30 minutos do almoço, colocar a roupa de corrida antes de tomar café da manhã, subir as escadas do prédio quando chegar em casa). Você precisa definir isso e se planejar para que nada saia do padrão.

Por fim, você precisa se recompensar pelo esforço com algo que seja gratificante (levar seu filho para andar de bicicleta sem ficar ofegante, comprar uma roupa nova de um número menor, uma sessão de massagem relaxante em um day spa). Mas tenha cuidado nessa etapa. Minha sugestão é não se presentear com presentes “não saudáveis” como comer fast-food, fumar um cigarro ou qualquer outra coisa que você possa associar no seu cérebro.

Já pensou criar um hábito tão bom para saúde como o exercício físico regular e premiar o esforço com uma noitada regada a cerveja e tabaco? Incoerente, não é mesmo?! Portanto, coloque em prática ainda hoje essas dicas! Em 30-45 dias você vai estar fazendo no piloto automático!





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.