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Com expertise de Kakinoff, Gol se torna maior cia aérea do Brasil

Com expertise de Kakinoff, Gol se torna maior cia aérea do Brasil
collaborated Rebeca Oliveira

Com expertise de Paulo Sérgio Kakinoff, a Gol se consolida como maior companhia aérea do Brasil. De fala firme, mas serena, o executivo-modelo avalia atual situação do mercado

 

Nesta terça-feira, 25, o GPS|Lifetime estreou, no site, a página Tips for Florida, com dicas de viagem, curiosidades e trends do estado americano. A coluna é publicada em parceria com a GOL, companhia áerea que é líder no mercado nacional. Na última edição da revista, entrevistamos Paulo Sérgio Kakinoff, CEO da empresa. Abaixo, leia a reportagem na íntegra. Aproveite para conferir a publicação em sua completude clicando neste link

 

Nascida em Floriano, pequeno município a 240km de Teresina, capital do Piauí, Maria Amélia Silva voou pela primeira vez em 2018, beirando os 50 anos. Da infância humilde na cidade de apenas 50 mil habitantes, onde nasceu e viveu antes de mudar-se para a Capital Federal, restaram apenas nostalgia e lembranças. A vida agora é outra, e os sonhos acompanham as mudanças socioeconômicas pelas quais passou. A companhia aérea escolhida? A Gol. E ela não está sozinha.

A empresa lucrou R$ 1,5 bilhão nos dois últimos anos e abocanhou a maior participação no setor em todo o País. De todas as pessoas que voam para dentro ou fora do Brasil, 36% escolhem a corporação de cor alaranjada. Não pense que a tarefa foi fácil. Pesaram contra fatores como a instabilidade política, a constante variação cambial e até a crise no mercado petrolífero – que chegou a parar aeroportos este ano.

Mesmo com céu cinzento e turbulências na rota, Paulo Kakinoff manteve-se firme nos propósitos assumidos por ele desde que assumiu a frente da gestão da empresa, em 2012. Com um currículo invejável, o administrador de 43 anos não acredita em fórmulas prontas, nem vende soluções mágicas. "O que fiz além do normal foi uma dedicação intensiva em mudar o setor", afirma, com experiência anterior de 19 anos no setor automotivo. Natural de Santo André (SP) e vivendo na capital paulista, começou como estagiário da Volkswagen, onde atuou por anos, e tinha apenas 34 anos quando assumiu a presidência da Audi Brasil, de que se desligou para presidir a Gol. 

A devoção ao trabalho precisou ser levada ao extremo em 2015, um dos piores períodos recentes da economia brasileira e que, como efeito dominó, fez com que a Gol tivesse um prejuízo bilionário. A empresa passou por reposicionamento de marca e, segundo Kakinoff, foi se adaptando ao mercado. Cresceu, ampliou rotas, democratizou o tráfego aéreo e hoje emprega mais de 15 mil pessoas.

Passado o mau tempo e com expectativa de crescimento, restam histórias. Paulo prefere as mais simples, como a de "Dona Maria". Pé no chão e realista, Kakinoff não elenca, entre os possíveis gurus no empreendedorismo, grandes coaches ou megalômanos CEO's. Ele é prático, direto e líder nato. "Quem me inspira são meus colaboradores e passageiros", conclui.

A Gol hoje

Com 17 anos e meio de história, diria que estamos vivendo o nosso segundo grande ciclo de crescimento. O primeiro foi justamente no começo da operação e, na fase atual, estamos não apenas aumentando nossa participação no mercado doméstico como ampliando a nossa presença física na América Latina, de maneira geral, e até mesmo no Sudeste dos Estados Unidos. Iniciamos o voo de Brasília para Orlando e Miami, rotas que também foram lançadas em Fortaleza. Aumentamos a presença nos mercados internacionais. É um momento de crescimento de uma marca muito forte, um produto desejado. A companhia tem uns dos melhores serviços aéreos no Brasil, isso acabou gerando reconhecimento dos mais incontestes – que é, justamente, a liderança absoluta no mercado.

 Instabilidade política

A instabilidade política normalmente gera reflexos em indicadores macroeconômicos que nos afetam. Especialmente em nosso caso, a variação cambial, por exemplo. A volatilidade do dólar, por exemplo, é altamente indesejada e traz uma pressão adicional de custos para a companhia. Esse é, no momento, desde o período que convencionou-se chamar de “período da crise”, o principal desafio gerado pelo ambiente externo à companhia.

 Democratizar o acesso x atender público premium

A Gol sempre focou em ganhos ainda maiores de eficiência e produtividade e converteu essa vantagem de custos em serviços superiores ao mercado. Foi uma das primeiras companhias aéreas a oferecer wi-fi a bordo, a trabalhar com novos assentos internos em couro ecológico e com mais espaço, a ofertar serviço gratuito a bordo com alimentos orgânicos e bebidas alcoólicas, quando tudo isso não era normal no mercado brasileiro. Tais medidas nos permitem um aumento de ganho, e converter parte desse ganho justamente em benefícios ao consumidor. Simultaneamente, isso nos permite ter uma operação de menor custo, e converter em serviço superior ou melhor. O selfie check-in, que pode ser feito apenas com uma foto, é uma demonstração disso. Isso diminuiu a necessidade de ter interação com o balcão, o que reduz os nossos custos e, para o cliente, é mais conveniente, até mesmo dentro do aeroporto. É um processo de retroalimentação e que nos permite ter melhor tarifa e experiência superior aos clientes que buscam mais conforto.

 Detalhes nada pequenos

A marca tem entre seu valor e propósito ser a primeira para todos, no sentido de ser uma companhia de acesso democrático. Abraçamos um país tão rico como o nosso e suas diversidades culturais, sociais, de orientação, de gênero, de crenças.

 Pagar pela bagagem e assento... É necessário?

As medidas não só são necessárias como elas proporcionam a possibilidade de mais inclusão de clientes no setor aéreo. É através desses recursos que conseguimos gerar tarifas que não tenham os custos embutidos de serviços que alguns clientes não utilizariam. Há aqueles que não viajam com bagagem e têm acesso a uma tarifa menor do que aqueles que teriam esse serviço, uma vez que não têm custo à companhia para transportar bagagem adicional. O Brasil é um dos cinco mercados significativos na aviação mundial, entre mais de 120, no qual o processo de desregulamentação tarifária não tinha sido feito de forma completa. Havia uma impossibilidade de cobrança separada desses dois itens.

 Paulo coach?

Faço algumas palestras, mas sempre voluntárias ou gratuitas, sem nenhum tipo de remuneração, à medida que tenho disponibilidade de agenda. Atendo aos convites com objetivo simples de compartilhar experiências. Faço com satisfação, mas não como uma atividade profissional.


Calendário MetaFísicos 2019 se inspira na estética dos anos 1980

Calendário MetaFísicos 2019 se inspira na estética dos anos 1980
collaborated Redação
photo Cortesia

Em primeira mão, o GPS|Lifetime revela alguns cliques do badalado calendário. O lançamento acontece neste sábado, 15, no B Hotel, e tem como mestre de cerimônia a diretora de conteúdo do portal, Paula Santana

 

Neon trend! A clínica MetaFísicos apresenta hoje, 15, a edição 2019 do seu badalado calendário. Com exclusividade, o GPS|Lifetime mostra alguns cliques da produção. Ao todo, 23 pacientes do nutricionista Clayton Camargo posaram de acordo com o tema 'Neon'.

A temática revive a estética dos anos 1980, resgatando o ritmo frenético da ginástica de academia, com muita acrobacia, comum àquela época. Entre os musos e as musas desta edição estão o arquiteto Clay Rodrigues e o manager Bruno Mello

Para realizar o projeto, 37 participaram de todo o processo. Além dos modelos, 14 profissionais de backstage, como produtor, fotógrafo, cinegrafista, apoio logístico, pessoal de cabelo e maquiagem estiveram envolvidos. 

O time de estrelas de cada edição é escolhido dentre aqueles pacientes que superaram o desafio de emagrecer ao adotarem um estilo de vida saudável, com alimentação e exercícios físicos. Com o anuário, o nutricionista espera que os modelos se tornem fonte de inspiração para quem busca qualidade de vida.

O lançamento acontece neste sábado, 15, no B Hotel e tem como mestre de cerimônia a diretora de conteúdo do GPS|Lifetime, Paula Santana.

 

 




Leia também: MetaFísicos no ar: Clayton Camargos e Sérgio Morum falam sobre famoso "bumbum na nuca"

Uma febre nacional, o famoso "bumbum na nuca" é tema do segundo episódio de Metafísicos no ar, série desenvolvida por Clayton Camargos e o cirurgião plástico Sérgio Morum, sócios da clínica Metafísicos, em parceria com o videomaker Pedro Lino. O programa trata de saúde, exercícios e bem-estar e, esta semana, se debruça sobre a paixão das brasileiras (e, por quê não, os brasileiros).