GPS Lifetime GPS Lifetime

Jeitinho brasileiro para ex-parlamentares em curso no Congresso

Jeitinho brasileiro para ex-parlamentares em curso no Congresso
photo Reprodução

Polêmica, emenda retira necessidade de "quarentena" para que ex-políticos ocupem cargos públicos 

 

Está em curso uma manobra dos deputados federais para burlarem a regra criada desde 2016 que proíbe a indicação de dirigentes partidários, de políticos e de seus familiares, para cargos nas Agências Reguladoras e em estatais.

Uma emenda de autoria do ainda deputado José Carlos Araújo (PR/BA) foi incorporada e aceita no relatório do também ainda parlamentar Danilo Forte (PSDB/CE) - ambos não reeleitos - retirando a necessidade de quarentena de 36 meses para que ex-políticos possam ocupar cargos públicos em estatais.

O pior: a emenda aprovada na noite de terça-feira, 3, é um "jabuti", pois modifica a Lei de Responsabilidade das Estatais, numa votação sobre a Lei Geral das Agências Reguladoras.

Dessa forma, os deputados e senadores que não foram reeleitos, como eles, poderão ser indicados para cargos públicos federais já a partir do próximo ano, contrariando a regra atual.

O Senado promete barrar a manobra. É ver pra crer.




Leia também 

Moro quer plano anticrime simples: rápida aprovação no Congresso

Moro quer plano anticrime simples: rápida aprovação no Congresso

O atual ministro da Justiça, Torquato Jardim, e o futuro ministro Sergio Moro tiveram reunião do governo de transição

 

O juiz federal Sergio Moro se reuniu com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, para discutir a transição de governo. Em janeiro, Moro assumirá o superministério da Justiça e da Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro. O futuro ministro disse que a insatisfação popular com a segurança foi um recado dado pelas urnas e o momento do país pede a aprovação de medidas legislativas para "equacionar" o problema. 

"As eleições transmitiram um recado que há uma insatisfação grande da população com a segurança pública, que é um problema sério, difícil de ser tratado, e precisa ser equacionado. Em parte, equacionado por medidas executivas, independentemente de leis, mas é um momento propício para apresentação de um projeto legislativo", afirmou. 

Dez medidas

Moro acrescentou que parte das 10 medidas de combate à corrupção, apresentadas pelo Ministério Público, poderão ser resgatadas em um pacote legislativo que será submetido ao Congresso, mas outros pontos serão descartados. Ele não quis detalhar o que será levado adiante. 

"Seria péssimo adiantar algumas dessas ideias sem que elas estivessem suficientemente amadurecidas. (...) A ideia é um plano forte, mas simples, para que seja aprovado em tempo breve no Congresso. [Um plano] anticorrupção e anticrime organizado. São as duas prioridades da próxima gestão".

Perguntado sobre a superlotação dos presídios do país, Moro admitiu que é preciso criar vagas no setor, e defendeu um endurecimento para quem pratica crimes graves. "É inequívoco que existe, no sistema carcerário, muitas vezes, um tratamento leniente, a meu ver, para crimes praticados com extrema gravidade. Casos de homicídio qualificado, de pessoas que ficam poucos anos presos em regime fechado. Para esse tipo de crime, tem que haver um endurecimento", acrescentou.  

Continuidade

O encontro de Torquato e Moro durou menos de uma hora. Em rápidas palavras, o atual ministro desejou sorte ao juiz e disse que, se ele conseguir repetir a atuação "brilhante" que teve na magistratura, também terá sucesso à frente da pasta. 

Sergio Moro ressaltou que quer dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado na área e aprofundar o que ele considera os avanços dos últimos anos. "A intenção é dar continuidade ao bom trabalho que vem sendo realizado, aos bons projetos que estão sendo executados, para evitar aí perda de continuidade. Não sou daqueles que assumem reclamando que existe uma herança maldita", disse.   


Rede Pão de Açúcar inaugura loja e site dedicados ao vinho

Rede Pão de Açúcar inaugura loja e site dedicados ao vinho
photo Reprodução

Os apreciadores de vinho já podem contar com um novo local para adquirir rótulos e acessórios, selecionados. O Pão de Açúcar entrou na onda do e-commerce e lançou uma plataforma totalmente especializada em vinhos, é o Pão de Açúcar Adega. A marca lançou ainda um aplicativo e uma loja física, mas apenas na cidade de São Paulo.

No e-commerce ou na loja, será possível encontrar uma variedade única de vinhos (1,9 mil rótulos no site e 1,4 mil na loja física), de 16 países, com preços que variam entre R$ 40 e R$ 8 mil, seja para o dia-a-dia ou para ocasiões especiais. Destaque para rótulos como Cloudy Bay, Sassicaia, Pera Manca, Nuits Saint Georges e Chablis Louis Jador, que não são encontrados nos supermercados.
 

A plataforma contará também com uma seleção de acessórios, como abridores, decanters e taças – uma das apostas são os conjuntos Riedel, marca de renome internacional e ideal para vinhos de alta qualidade. Tudo passado pelo crivo do consultor de vinhos da rede, o enófilo Carlos Cabral, uma das maiores autoridades do assunto no país. Além disso, terá alguns dos melhores rótulos de destilados, como uísques, vodcas, gins e tequilas, selecionados de acordo com tendências de consumo.

 

Para quem mora em São Paulo e passar pela loja física encontrará quatro atendentes para orientar nas compras e fornecer dicas sobre os produtos. Todos trabalhavam anteriormente em lojas Pão de Açúcar e foram formados por Cabral. O espaço foi preparado para ser convidativo e agradável, desmitificando que “comprar vinho é complicado”. Um painel mostra as uvas típicas de cada país e os respectivos vinhos; a disposição das gôndolas foi pensada para facilitar o encontro do rótulo desejado. No fundo da loja, um espaço agradável servirá de ponto de encontro para aulas, cursos, degustações, além de eventos especiais.

 

O bom disso tudo é que o Pão de Açúcar Adega entregará em todo o Brasil, inclusive locais em que não há loja física da rede. 

Para assinar, basta acessar o site www.paodeacucar.com/adega.