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Ministro da Cultura comemora os 200 anos da independência

Ministro da Cultura comemora os 200 anos da independência
collaborated Agência Brasil
photo Fernando Frazão EBC

Os 200 anos da independência do Brasil, dia 7 de setembro de 2022, começaram a ser comemorados com a abertura de  uma exposição na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, que foi aberta hoje (11).

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e a presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Helena Severo, participaram da abertura da mostra, que traz  mais de 200 peças, incluindo fotos, gravuras, projeções e documentos históricos.

O ministro da Cultura disse que é importante o país começar, desde já, a discutir o significado da independência através de uma extensa programação cultural que ocorre pelos próximos anos e envolva a sociedade.

“Uma data da importância da independência precisa ser celebrada ao longo de um período grande, suficiente para que muitos eventos aconteçam, exposições, seminários, filmes, lançamentos de livros, para que a gente aumente a bibliografia.

A ideia é exatamente que a gente possa dar início a esse processo e que seja o mais rico possível”, disse Sá Leitão.

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, abre a exposição 1808 a 1818, A construção do reino do Brasil, na Biblioteca Nacional, dando início às comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil.

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, abre a exposição 1808 a 1818, A construção do reino do Brasil, na Biblioteca Nacional, dando início às comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil - Fernando Frazão/Agência Brasil

Futuro do ministério

Segundo o ministro, o mais importante não é a existência independente do Ministério da Cultura, que no governo de Jair Bolsonaro deverá estar incluído no Ministério da Cidadania, chefiado por Osmar Terra, e que englobará também os ministérios do Desenvolvimento Social e Esporte.

“Acho normal o novo governo ter suas ideias e visões. O que eu tenho procurado fazer é compartilhar todas as informações a respeito do ministério, sua estrutura, os programas, as ações. E tenho procurado fazer uma defesa da instituição, da área e do acervo de programas e ações que realizamos, com intuito de fazer com que o novo governo enxergue a relevância estratégica da cultura.

Eu acho que não é questão de ter ou não um ministério exclusivo, é uma questão de ter ou não uma política pública de cultura à altura da importância social e econômica do setor cultural”, disse Sá Leitão.

Segundo Sá Leitão, o importante é a relevância que se dará no próximo governo à política cultural. “Nós temos, no mundo, muitos exemplos de países que não têm ministérios da Cultura exclusivos e são referências em termos de política cultural. O que importa é justamente a importância, a relevância, que o governo dá à política cultural. Acho que nós estamos falando de um país, Brasil, que é riquíssimo nessa área e tem muitos ativos. Não ter uma política cultural à altura é um desperdício gigantesco e eu espero que isso não aconteça”, disse.

 

Avaliação

Sá Leitão avaliou que cumpriu sua missão à frente do Ministério da Cultura, destacou alguns projetos ainda serão entregues até o final do ano e defendeu a Lei Rouanet.

“Eu tenho a sensação do dever cumprido. Tudo o que foi planejado está sendo executado. Algumas entregas ainda serão feitas até o final do ano, algumas obras do patrimônio histórico, alguns centros culturais, alguns estudos de impacto econômico. Eu sou um entusiasta e um defensor da Lei Rouanet.

Este estudo de impacto econômico, feito pela FGV, vai justamente demonstrar isso. O quanto a Lei Rouanet contribui para o desenvolvimento do Brasil, na forma de geração de emprego e renda. E como é um incentivo que tem uma performance melhor para o país do que outros incentivos. A indústria automobilística tem um incentivo fiscal 4,5 vezes maior e gera cinco vezes menos emprego do que a área da cultura”, disse o ministro, que falou com a Agência Brasil com exclusividade enquanto percorria a exposição.

Biblioteca Nacional

A presidente da FBN, Helena Severo, antecipou que os próximos desafios para a instituição são a reforma completa do seu sistema elétrico, que ela considera totalmente precário, e o prosseguimento da digitalização de seu acervo, possibilitando que ele seja acessado de qualquer parte do mundo pela internet.

A exposição 1808–1818: A Construção do Reino do Brasil é gratuita e pode ser vista na Biblioteca Nacional, de segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 16h30.


Morre, aos 113 anos, o homem mais velho do mundo

Morre, aos 113 anos, o homem mais velho do mundo
collaborated Gustavo Azevedo
photo Reprodução

O centenário faleceu de causas naturais enquanto dormia

 

Morreu neste domingo, 20, o homem o mais velho do mundo, segundo o livro Guinness dos Recordes. A informação foi confirmada pela imprensa japonesa. Masazo Nonaka tinha 113 anos e faleceu enquanto dormia em sua casa, no norte do Japão, de causas naturais.

Nonaka nasceu em 25 de julho de 1905. A mulher e três dos filhos do centenário já haviam morrido.

O Guinness reconheceu Nonaka como o homem mais velho do globo no ano passado, após a morte do espanhol Francisco Núñez Olivera.