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Pantone 2018: Ultra Violet é a cor do próximo ano, familiarize-se!

Pantone 2018: Ultra Violet é a cor do próximo ano, familiarize-se!

Um roxo forte, aceso, com subtons azulados: pense em profundidade, em algo quase irreal. A cor que irá estampar 2018, de acordo com os técnicos e estudiosos da gigante cromática Pantone, se chama Ultra Violet. A empresa é referência no trabalho com cores para fins gráficos e industriais, e de acordo com Leatrice Eiselmen, diretora criativa da Pantone Color Institute, a escolha não foi por acaso, “Estamos vivendo em um período que exige criatividade e imaginação,” conta a empresária. “Seja explorando novas tecnologias a outras galáxias, até expressões artísticas e reflexões espirituais, Ultra Violet ilumina o caminho do que está por vir”, encerra.

 

Além de tudo isso, a tonalidade também comunica originalidade, engenhosidade, pensamento visionário e equilíbrio. Em contexto milenar, muitas culturas associam o roxo à ligações místicas, magia e transformação - uma cor que estimula o contacto com o lado espiritual, proporcionando a purificação do corpo e da mente. Na moda, cai como uma luva: de maquiagens a acessórios, casa bem de diversas formas: GPS|Brasília mostra quais.

 

 

 

Durante o ano de 2017, o Ultra Violet foi destaque nas paletas de etiquetas como Ellie Saab, Alexandre Vauthier e Versace que exploraram a tonalidade púrpura de forma crua e clean - a própria estrela do show. Em composições monocromáticas, o roxo ganha vida com blends de texturas. Renda, couro, bordados, pelos… Não há espaço para medo aqui.

 

Nas ruas, uma aposta querida entre as fashionistas é o ton-sur-ton, que se caracteriza em misturar a cor com outras tonalidades do mesmo espectro, como lilás, lavanda e uva. Não há como errar.

 

 

Cor sem dor

 

Se a vontade é investir em explosões de cores, o círculo cromático tem muito a ensinar. Em forma de diagrama, a esfera, muito utilizada no mundo do desenho industrial, também é de grande ajuda na hora de compor a cartela de tons de uma produção. De que forma isso é possível? Pois bem: usando o roxo como referência, misturamos com amarelo para formar composições complementares, que são feitas usando os dois tons opostos dentro do círculo.

 

 

 

Essa mistura realça a saturação de ambas as tonalidades, sendo, de todas as fusões, a mais viva e energética. Já se a vontade é harmonizar os tons de forma neutra, combinar cores que estão lado a lado no círculo é a pedida - ou, como os técnicos gostam de chamar, uma combinação análoga. Para combinar três ou mais cores, as formas geométricas entram em ação: dentro do círculo, desenhe um triângulo, ou atue mesmo um quadrado. A combinação resultante rende produções dignas de centenas de likes.

 

 

 

Para quem quer testar as águas antes de mergulhar fundo, há sempre o conforto dos tons de cinza, preto e branco, que ajudam a não errar a mão na hora do “vamos ver”. Outra opção é investir em acessórios: capinhas de celular, bolsas, sapatos, até um pedacinho de lingerie aparente dando “alô” por baixo da camiseta branca é uma maneira de incorporar o tom do ano. E você, vai colorir seu 2018 de Ultra Violet?


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.