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Papílio Café: point aposta em gastronomia inclusiva no Lago Sul

Papílio Café: point aposta em gastronomia inclusiva no Lago Sul
collaborated Giulia Roriz
photo Bruno Cavalcanti

Localizado na QI 5, o Papílio tem mood aconchegante. A ideia é ser um local que vai do cafezinho pós-almoço a reunião com os amigos

 

Papílio. O termo, pouco comum em nosso idioma, pode ter entendimentos diversos. É substantivo masculino para borboleta, assim como significa liberdade de ser. Em latim, remete a um pavilhão onde as pessoas se encontram. Com esse conceito em mãos, três empresários criaram um café com esse nome e onde  “o cliente tem a liberdade de pedir o que quiser e, ainda, contar com um ambiente agradável para reunir familiares e amigos”.

É o que conta Luiza Melo, uma das cabeças à frente do Papílio Café. Ao lado de Marianna Doreá e Marcelo Ramos, que também está à frente do Soho, ela sonhou um espaço que vai do espresso rápido após um almoço cotidiano a demorada taça de vinho no final da tarde.

Com uma proposta de gastronomia inclusiva e mood descolado, o local, ainda em regime de soft opening, foi sonhado, planejado, montado e finalizado em apenas três meses. “Sabíamos o que a gente queria fazer. A partir do momento em que as ideias se juntaram, tudo fluiu”, conta Luiza.

Localizado na QI 5, em frente ao Gilberto Salomão, o novo point do Lago Sul tem conforto e aconchego, sem deixar de lado o estilo contemporâneo. “Desejávamos um café com uma pegada mais parisiense, mas ainda com cara de casa de vó”, explica Marianna, uma das sócias.

O cardápio enxuto foi especialmente elaborado para todos os gostos. “Se recebemos um cliente que procura algo fitness, ele encontra. Um amante de café? Também temos um bom grão. Uma criança encontra o doce. Assim por diante…”, frisa Marcelo Ramos.

“A ideia é não restringir o público”, completa a sócia.

Dentre os destaques, a tapioca de shimeji com muçarela de búfala (R$ 12,90) e o queijo quente papílio, que leva geléia de damasco (R$ 12), estão entre os queridinhos dos clientes.




Já entre as bebidas, o café brilha. “O capuccino da casa e o cold brew estão fazendo muito sucesso”, conclui Doréa. Eles saem por R$ 8 e R$ 12, respectivamente. Para acompanhar, boa pedida é o bolo de banana (R$ 9).

Para os amantes do grão, a casa conta com o coado e o espresso, mas pretende espandir os universos dos métodos especiais. Para isso, utiliza o premiado café Orfeu. “Buscamos o melhor para oferecer aos clientes”, relata Marcelo, que também é fã da bebida.

Quem deseja uma refeição completa não fica desabastecido. O estabelecimento apresenta um menu executivo com receitas sazonais. Por apenas R$ 28, o comensal dispõe de três opções de pratos diferentes por semana, entrada da casa e sobremesa especial. “Queremos sempre trazer novidades nos pratos e fazer com que o cliente volte para conhecer os novos”, complementa Melo.

 

Serviço

Papílio Café (SHIS QI 5, Bl.  D, lj.  3), aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h; e sábado, das 8h às 14h.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.