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Wine Friday 2018 acontece em novembro com muitas novidades

Wine Friday 2018 acontece em novembro com  muitas novidades
photo Cortesia

Inspirado na famosa liquidação americana conhecida como Black Friday, o Wine Friday, considerado “o melhor evento de vinho de Brasília” pelos enófilos da cidade, acontece dias 29 e 30 de novembro deste ano. Além de uma grande feira de vinhos, é também uma mega queima de estoques de rótulos, com descontos reais entre 20% e 30%. Este ano, o Wine Friday, contará com  mais de 400 rótulos provenientes de 15 países, como França, Itália, Austrália, Brasil, Argentina, Chile, Alemanha, África do Sul, Grécia, Marrocos e Israel. O evento acontece das 18h às 22h30.

A 7ª edição do evento está repleta de novidades! Para começar, além de vinhos das lojas World Wine Bsb e Decanter Brasília, também contará com rótulos da importadora Porto a Porto, que será representada pela Bodega Austral. Outra novidade é o local. Diferentemente dos anos anteriores, esta edição acontecerá na Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados – Ascade - localizada no Setor de Clubes Sul. A ideia é oferecer ainda mais espaço e conforto.

 

Convites 2º lote

O 1º lote de convites do evento foi vendido rapidamente. Quem comprou teve direito a participar de um Avant-Première (uma mini feira de vinhos) do Wine Friday no restaurante Rubaiyat no último dia 19 de outubro. Agora, está disponível o 2º lote do evento por R$150,00, valor que será mantido até o dia 26 de novembro, quando haverá mudança de lote e passará a custar R$180,00.

Como é de praxe, o convite também dará direito aos pagantes a degustarem frios, pães, patês, pastas e alguns empratadinhos quentes (como massas e risotos) que serão servidos no local nos dois dias de evento.

 

Passaporte Prata e Degustação Black

Outras novidades interessantes deste ano são o Passaporte Prata, que dará direito a participar dos dois dias do evento com um valor promocional de R$ 240,00, e a Degustação Black, que oferecerá para degustação rótulos super diferenciados na faixa de R$ 600 a R$ 800. Esse passaporte sairá a R$ 500,00 e será destinado a apenas 10 pagantes por dia. Quem comprar terá direito a apreciar os seguintes rótulos exclusivamente:

- Champagne de Sousa Zoemie Brut Précieuse (França)

- Chablis Grand Cru Les Clos (França)

- El Principal (Chile)

- Brunello de Montalcino Riserva Gualto (Itália)

- Lês Angelots de Villemaurene Saint Emilion Gran Cru (França)

- O’leucura 200 Reserva Doc (Portugal)

- Castillo Ygay Reserva Especial (Espanha)

- Nuits Saint George Les Perdrix (França)

- Cabriz 25 anos (Portugal)

 

Serviço Wine Friday 2018

Data: 29 e 30 de novembro – das 18h às 22h30.

Local: Ascade (Setor de Clubes Sul Trecho 02 Conjunto 10 lote 18)

Pontos de Venda: Bodega Austral (112 Norte), Decanter (103 Sul), World Wine Bsb (410 Sul) e Assefe (Setor de Clubes Sul – Trecho 1) e Sympla (www.sympla.com.br/winefriday)

Telefones: (61)3964-5699, (61)3526-6168 e (61)3349-1943 e (61) 3443-8996


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.