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Seleção de vinhos brasileiros para o Guia Catad’Or é nesta semana

Seleção de vinhos brasileiros para o Guia Catad’Or é nesta semana
photo Reprodução

A inclusão de rótulos verde-amarelos na publicação é iniciativa do projeto Wines of Brasil, desenvolvido em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos

 

A primeira edição do Guia Catad’Or, organizada pela chilena Catad’Or Wine Awards, trará o resultado da degustação de cerca de 200 produtos nacionais, de 25 vinícolas, divididos em duas categorias: produtos premiados em concursos internacionais e geral, e o Brasil estará lá!

A inclusão de rótulos verde-amarelos na publicação é iniciativa do projeto Wines of Brasil, desenvolvido em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).

De hoje até domingo, 13, o idealizador do concurso, Pablo Ugarte, a diretora do Catad’Or, Sofia Le Foulon, e o Master of Wine inglês Alistair Cooper estarão na Serra Gaúcha para conduzir os trabalhos que darão destaque aos vinhos brasileiros. Os produtos que somarem acima de 89 pontos serão veiculados no guia online, a partir do mês de abril. Esta é a primeira edição da publicação.




A agenda de degustação inicia na Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves, com a palestra do sommelier Maurício Roloff sobre os diferenciais do espumante brasileiro e encerra com jantar dos organizadores do concurso com os produtores da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos e Espumantes.

Na agenda de sábado, 12, há encontro com vitivinicultores do Vale dos Vinhedos, degustações na vinícola Miolo e na Dom Cândido. O último dia será a vez dos vinicultores do Consórcio dos Produtores de Espumantes de Garibaldi (CPEG) receberem a comitiva do concurso que passará pelas vinícolas Peterlongo e Courmayer.

Ugarte acredita que o guia será uma ferramenta importante para importadores, comerciantes, profissionais e consumidores conhecerem mais sobre a produção vinícola brasileira. “Os vinhos e espumantes brasileiros serão divulgados junto a produtos do Chile, Uruguai e Argentina, podendo mostrar a evolução extraordinária e a qualidade que já é reconhecida internacionalmente”, diz.

O guia trará informações sobre as vinícolas e uma ficha de cada um dos vinhos selecionados, além de selo de pontuação e menção a outras premiações dos produtos em concursos. A publicação será editada em linguagem simples e contemporânea, em três idiomas: inglês, espanhol e português.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.