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Em dúvida? Veja vinhos refrescantes para apreciar no verão

Em dúvida? Veja vinhos refrescantes para apreciar no verão
photo Reprodução

Confira minhas pedidas para os dias mais quentes. Rótulos incluem até tintos, bastando que tenham boa acidez

 

Dias mais quentes pedem um vinho geladinho, daqueles que possam ser apreciados na praia, numa varanda, durante um piquenique no parque, à beira da piscina ou simplesmente em um happy hour com os amigos.

Espumantes, vinhos brancos e rosés refrescantes estão liberados, é claro. Mas dá pra beber tintos no calor também. O fundamental é levar em conta a madeira e o teor alcoólico.

Vinhos refrescantes são aqueles que têm boa acidez (que aumentam a salivação), são fáceis de beber e geralmente são servidos em temperaturas baixas.




Além de ser a cara do verão, ainda harmonizam com petiscos e refeições mais leves, típicas desta época do ano. Se você não abre mão dos vinhos em qualquer que seja a estação, dá só uma olhada nesta seleção de rótulos que são facilmente encontrados em lojas, mercados e restaurantes.

O espumante 3B rosé é um vinho assinado pela renomada enóloga portuguesa Filipa Pato. 

Seco, fresco e com ótima acidez, vai bem com saladas, queijos, carpaccio, sushi e sashimi e até mesmo frituras, como bolinho de bacalhau.

O Chan de Rosas é um clássico branco 100% Albariño, e tem notas frutadas e florais. O vinho passa por um processo de contato com as borras que atribui maior complexidade. Bem refrescante, é ideal para o verão.

O enólogo João Portugal Ramos assina este Alvarinho DOC, elaborado na região de Monção e Melgaço. Com aromas intensos cítrico e floral, é ideal para acompanhar uma tábua de queijos ou pratos com bacalhau.

Este é um vinho que combina com praia e piscina em dias ensolarados. O Santola é português e leva na composição as uvas Loureiro e Pederña. É fácil de beber, leve, frutado e com delicioso frescor. Destaque para a baixa graduação alcoólica: 9%.

O Benjamin é elaborado em Luján de Cuyo, Mendoza, Argentina, com a uva Torrontés.

Apresenta intensos aromas de flores brancas, frutas cítricas e sutis notas herbáceas. Refrescante e equilibrado, vai bem com carnes defumadas, queijos e culinária asiática.

Este francês rosé de Bordeaux é um vinho elegante e estruturado. As uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc apresenta intenso aroma de groselha, maracujá e morango.

O Le Rosé de Floridene é excelente para acompanhar aperitivo ou para harmonizar com peixes grelhados.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.