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Bodega Garzón é eleita a melhor vinícola do Novo Mundo

Bodega Garzón é eleita a melhor vinícola do Novo Mundo
photo Reprodução

A cerimônia oficial de premiação acontecerá em janeiro em Miami

A Bodega Garzón, localizada no Uruguai, foi eleita a “Melhor Vinícola do Novo Mundo” na edição 2018 do Wine Star Awards, premiação organizada pela Wine Enthusiast, prestigiada revista especializada do setor vitivinícola dos Estados Unidos.



Fazendo história para o país, o prêmio é um reconhecimento ao intenso trabalho que há mais de uma década a Garzón vem realizando, posicionando os vinhos uruguaios em diferentes mercados no mundo, além da atividade que desenvolve no turismo e na cultura vitivinícola em geral.



A premiação chega após Bodega Garzón ter atingido grandes marcos: fechamento do ano fiscal sendo a vinícola uruguaia número 1 em exportações; lançamento de Balasto 2016 na exclusiva Place de Bordeaux; inauguração do exclusivo Clube Privado The Garzón Club e as importantes inclusões de Balasto 2015 no ranking TOP 100 da Wine & Spirits e de Tannat Reserva 2015 no TOP 100 da revista Wine Spectator.




Localizada em Pueblo Garzón, refúgio rústico-chique a cerca de 1h30 de Punta del Este, a Garzón conta com vinhedos de mais de mil parcelas, num total de mais de 5 mil hectares de terras produtivas e um prédio de 19 mil m² concebidos para ser a primeira vinícola sustentável construída fora da América do Norte.

Tudo isso seguindo as rigorosas regras e exigências do United States Green Building Council (USGBC).

O local apresenta Certificação LEED (Leadership in Energy & Environmental Design), sistema de certificação desenvolvido pelo US Green Building Council que conta com um conjunto de normas sobre a utilização de estratégias orientadas para a sustentabilidade.



É um projeto ambicioso do bilionário argentino Alejandro Bulgheroni que também atua no ramo do petróleo. Linda, moderna e sustentável, a bodega tem um projeto arquitetônico que impressiona tanto quanto a paisagem cinematográfica da propriedade. Destaque para o restaurante, que tem os cozinheiros treinados pelo mestre do fogo, o argentino Francis Mallmann.

A cerimônia oficial de entrega dos prêmios do 19th Wine Star Awards será realizada em 28 de Janeiro de 2019, em Miami.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.