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Sensor da L'Oréal mede o pH da pele e sugere cuidados de beleza

Sensor da L'Oréal mede o pH da pele e sugere cuidados de beleza
photo Reprodução

Ao fim da avaliação, o usuário recebe um alerta em que pontos do aparelho mudam de cor

 

Celular com tela dobrável, TV que se enrola e máquina de cerveja em cápsulas ganharam as manchetes de jornais. As novidades foram apresentadas nesta semana na feira de tecnologia Consumer Eletronics Show (CES), em Las Vegas. Mas, uma boa nova em especial fez os olhos das beauty addicts brilharem. A descoberta, que ganhou o prêmio na categoria inovação, promete nos conquistar.

Apresentado pela L’Oréal e desenvolvido nos laboratórios da La Roche-Posay, a novidade em questão é o protótipo do My Skin Track pH. O sensor mede de forma personalizada os níveis de pH da pele, os quais são responsáveis pelo surgimento de condições dermatológicas. Eczema, secura e dermatite atópica são apenas alguns problemas. O objetivo é que, ao monitorar os níveis, os indivíduos adequem os cuidados com a cútis – conforme o resultado mostrado pelo dispositivo.




Anunciado como o primeiro do gênero, o aparelho tem uma tecnologia microfluídica que capta traços de suor nos poros em um pedaço de pele na parte interna do braço. Para saber sobre o fim da medição, que varia de 5 a 15 minutos, o usuário recebe um alerta em que pontos do sensor mudam de cor. Depois disso, é necessário tirar uma foto do dispositivo com o aplicativo My Skin Track pH. Na plataforma serão indicados os produtos adequados da La Roche-Posay – marca de itens dermatológicos adquirida pela L’Oréal em 1989.

“As comunidades científicas e médicas sabem há muito tempo da relação entre os níveis de pH da pele e as preocupações de milhões de pessoas experimentam diariamente”, disse Guive Balooch, vice-presidente global da L’Oréal Technology Incubator, em comunicado oficial. A Epicore Biosystems também colaborou com o projeto do My Skin Track pH. Antes de lançar o dispositivo, a L'Oréal desenvolveu um aparelho que mede a exposição aos raios solares.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.