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Ryan Reynolds é o novo rosto de fragrâncias da Giorgio Armani

Ryan Reynolds é o novo rosto de fragrâncias da Giorgio Armani
photo Reprodução

O perfume traduz a essência do homem contemporâneo

 

Ryan Reynolds fez sucesso nas telonas ao interpretar o valente Lanterna Verde e o anti-herói Deadpool. Eleito pela revista People como o homem mais sexy do mundo em 2010, o ator foi anunciado como o novo rosto de perfumes da Giorgio Armani. Agora, o sexy simbol irá estrelar as ações da linha de fragrâncias Armani Code.

Para o fundador da etiqueta italiana, o astro de Hollywood personifica a sensualidade da essência Armani Code. “Com seu status de símbolo masculino de realização pessoal, Ryan Reynolds tem carisma, autenticidade, estilo sem esforço e a dose certa de ironia”, completa Giorgio Armani – estilista e co-criador da label.

Originalmente criada em 2004, a Armani Code traduz a personalidade do homem contemporâneo que busca realização pessoal e domina a arte da sedução. Mundialmente conhecido, o perfume sempre está incluso nas principais listas de fragrâncias masculinas. 

Prevista para ser lançada em fevereiro, a campanha protagonizada pelo ator teve direção de Reed Morano, vencedora do prêmio Emmy Awards pela série The Haidmaid’s Tale. Já os cliques ficaram sob a responsabilidade do fotógrafo Mathew Brookes.




Leia também: Rihanna lança linha com 50 tons de corretivos

Rihanna passou a ser considerada a revolucionária da indústria da beleza com a sua Fenty Beauty. Antes dela, nenhuma grife de maquiagem trazia no portfólio produtos voltados para atender a diversidade de tons de pele. Uma das primeiras linhas da label contava com 40 tonalidades de base. O foco? Pessoas de pele negra bem escura e as de pele branca bem clara. 

Desde que decidiu investir no segmento, Riri não sossega e, por isso, deu até uma pausa na carreira musical. Pois além da Fenty Beauty, ela também comanda a etiqueta de lingerie, a Savage. Sempre atenta aos pedidos dos fidèles, a cantora anunciou uma novidade da FB nas primeiras 24 horas do ano. 

A magnata da beleza criou uma coleção de 50 tons de corretivo. Batizados de Pro Filt’r Concealers, os produtos prometem cobrir imperfeições, olheiras e inchaços com uma fórmula de alto acabamento e longa duração. 

A linha estará à venda a partir de sexta-feira, 11, nos Estados Unidos e na Inglaterra. Infelizmente, o Brasil não entra na rota. Para ensinar sua clientela e deixá-la com gostinho de quero mais, Rihanna fez um tutorial com o corretivo. Confira!


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.