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Meghan Markle recebe da rainha Elizabeth título ligado às artes

Meghan Markle recebe da rainha Elizabeth título ligado às artes
photo Reprodução

A duquesa de Sussex substituirá a matriarca no cargo de patrona do Teatro Nacional

 

O ano de 2019 nem começou direito e Meghan Markle já conquista novamente as manchetes. Depois de receber o convite dos produtores da NBC para uma rápida participação no último episódio da série “Suits”, a duquesa de Sussex virou notícia por receber sua primeira responsabilidade como membro da realeza britânica.

Oito meses após se casar com o princípe Harry, Meghan substituirá a rainha Elizabeth II no cargo de patrona real do Teatro Nacional. As informações são do The Mail on Sunday. Segundo fontes do jornal, a matriarca da família delegou o cargo à duquesa como um sinal de confiança – sentimento que tem aumentado entre as duas.

Ainda de acordo com o The Mail on Sunday, Meghan já teve a oportunidade de se reunir com o diretor do local, Rufus Norris, em dezembro. Para os britânicos, ela é a pessoa mais apropriada da família para receber o título, visto que, estudou teatro na Northwestern e atuou como atriz – profissão que a tornou conhecida.

Dentre as novas tarefas da futura mamãe está manter os laços do teatro com patrocinadores que, anualmente, contribuem com milhões de libras esterlinas – moeda nacional – para a preservação do centro cultural. O cargo é uma chance de Meghan voltar ao mundo da atuação e relembrar os bons momentos de sua carreira como atriz.




Leia também: Meghan Markle e Príncipe Harry esperam primeiro filho

Baby on the way! É oficial: Meghan Markle e príncipe Harry aguardam o primeiro filho. A informação foi confirmada pelo Palácio de Kensington em outubro. O bebê deve nascer entre março e junho de 2019, segundo a publicação compartilhada no Instagram. Duquesa de Sussex, a americana se casou com o irmão do príncipe William em maio de 2018. 


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.