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L'Oréal Paris e Isabel Marant criam coleção de maquiagem

L'Oréal Paris e Isabel Marant criam coleção de maquiagem
photo Reprodução

Desenvolvida pela estilista com a expertise da grife de cosméticos, a linha beauty à la francesa fará seu début durante o Paris Fashion Week

 

À procura de uma make perfeita ao estilo da típica mulher francesa?! A L’Oréal Paris se uniu a designer Isabel Marant para compor uma linha beauty elegante e despreocupada – características que fazem jus a mulher parisiense. Criada a dedo pela estilista, a collection será lançada no dia do desfile da grife que leva o nome de Marant, na Semana de Moda de Paris.

A linha inclui cinco produtos multifuncionais, como sombra, rímel, batom, brilho e marcador. Em comunicado, a designer afirmou que a coleção foi projetada com os mesmos detalhes de suas criações ready-to-wear. “Usáveis a qualquer hora, em qualquer lugar”, revelou Marant. Adepta do estilo tomboy, ela disse que é um sonho fazer parte de um projeto de inovação de maquiagem e poder oferecer os itens desenvolvidos aos beauty addicts.  

iluminador Shine realça todos os tons de pele, deixando as mulheres em sua melhor forma. “Toda mulher terá a confiança necessária para brilhar com este iluminador a qualquer momento”, explicou Marant.

duo Smoke Eyeshadow é o passo para ingressar no glamour despreocupado das meninas francesas. De acordo com Marant, “o olho esfumaçado é um look parisiense eternamente essencial que seduzirá a cidade à noite”, acrescenta.  Segundo ela,  isso faz com que a criação seja leve.

O rímel transparente Wanted foi criado para ser usado em cílios e sobrancelhas. O produto deixa o efeito all natural, de aparência molhada.

O brilho Amaze tem a tonalidade rosa e, por isso, pode ser usado em todos os tipos de pele. “Dá autoconfiança despreocupada”, acrescentou Marant. Já o batom Smile tem sete tonalidades atemporais. Já queremos!

Para a campanha, Marant e a L’Oréal trouxeram a concepção do estilo tomboy e a elegância de Paris. Com a vibe de empoderar as mulheres, a ação publicitária tem por objetivo incentivar o público feminino a elevar a autoestima e se aceitar, o que pode ser feito a partir de uma boa make.

“Reflete meu objetivo de vestir mulheres em todo o mundo, em toda a sua diversidade – uma visão de feminilidade que compartilho com a L'Oréal Paris, para dar a todas as mulheres o poder e a confiança para se expressarem livremente”, disse a estilista. 

E não foi somente a designer que se pronunciou a respeito da collab. Sinônimo de elegância parisiense, Isabel Marant é uma das grandes designers de hoje. Absolutamente fiel a si e a sua independência, ela é a parceira perfeita para a marca, em nosso empenho de fazer valer a pena para todas as mulheres do mundo ”, disse o presidente da L'Oréal Paris, Pierre-Emmanuel Angeloglou.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.