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Kylie Jenner compra peça assinada por designers brasileiros

Kylie Jenner compra peça assinada por designers brasileiros
photo Reprodução/Instagram

A poltrona adornada por pelúcias foi criada pelos irmãos Campana

 

Se você acompanha a caçula do clã Kardashian-Jenner sabe que a vida de Kylie é pura ostentação. Centenas de bolsas de grife, looks adornados com diamantes e mansões que custaram milhões fazem parte da lista de bens da influencer. Volta e meia ela posta momentos que exalam luxo e extravagância. Entre tantos, um chamou a atenção de seus 123 milhões de seguidores. 

Na terça-feira, 8, Kylie postou um vídeo em que sua primogênita, Stormi, agarra uma mini bag da Louis Vuitton. Com menos de um aninho, a baby aparece sorridente e coloca a bolsa no braço. Nem dá para negar que a pequena tem sangue Kardashian-Jenner nas veias. No entanto, outro detalhe não passou despercebido: a poltrona.  

A cadeira foi comprada por Kylie e pelo marido, o rapper Travis Scott, de presente para a filha Stormi Webster, que celebrará seu primeiro aniversário em 1 de fevereiro. Totalmente coberta por ursos de pelúcia tingidos de preto, a peça carrega a assinatura dos brasileiros Fernando e Humberto Campana em parceria com o coletivo KAWS.

Os irmãos paulistas são conhecidos por reinventar o design do país com brasilidade e ousadia. Avaliado em mais de R$ 90 mil, o gift à la tupiniquim ficou exposto na Design Miami 2018. Segundo os papais, a poltrona dá início às comemorações do b-day da baby. 




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Kylie Jenner é coroada a celeb mais influente de 2018

Ícone! Mais uma vez Kylie Jenner ocupa a primeira posição de um ranking. Depois de sair na frente em vários pódios, a trendsetter lidera o top 10 da Lyst – plataforma mais importante de pesquisa de mídias digitais e grifes do mundo. Aos 21 anos, a caçula do clã Kardashian-Jenner se tornou a celeb mais influente do ano.

Em 2018, ela deu à luz a sua primogênita, Stormi, e foi a pessoa mais jovem a estampar a front page da ForbesGirlboss da Kylie Cosmetics, a bela tem 123 milhões de seguidores que a acompanham diariamente no Instagram.

No entanto, Kylie Jenner pode se orgulhar, mesmo, é de ser responsável por dois milhões de buscas graças ao estilo que vai desde o agasalho da Adidas até as roupas sensuais de Alexander Wang. Contudo, ela liderou foi as buscas do minivestido rosa inspirado na Barbie – peça usada pela fashionista na própria festa de aniversário.

Em segundo lugar, surge a irmã de Kylie, Kim Kardashian, e a terceira posição é ocupada pela duquesa de Sussex, Meghan Markle.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.