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Desembarque imediato: Aveda chega ao Brasil pela Laces and Hair

Desembarque imediato: Aveda chega ao Brasil pela Laces and Hair
photo Reprodução

As marcas têm compromisso com causas sociais e princípios sustentáveis

 

A Aveda e o salão paulistano Laces and Hair se uniram para alegria das brasileiras. O resultado da parceria entre as labels é a venda dos produtos da marca beauté em terras tupiniquins.

De veia eco-friendly, tanto a grife de cosméticos quanto o point de beleza e spa têm compromisso com causas sociais e princípios sustentáveis. "Beleza, bem-estar, ambiente, moda e arte desde 1978. Orgulhosamente testadas em pessoas e sem crueldade animal", escreveu a Aveda em sua biografia no Instagram. 

Queridinha das influencers Caroline Daur e Kaley Cuoco, a grife conhecida mundialmente desenvolve produtos capilares profissionais com origem botânica e responsabilidade ambiental.

Kaley Cuoco

Ao todo, são mais de 570 produtos, o que inclui linhas e itens dedicados aos cuidados com as madeixas e com a pele, tratamentos de cor e estilo, aromas Pure-Fume, maquiagem e acessórios para o dia a dia.

A vice-presidente internacional da marca, Amanda Le Roux, contou que a vinda da grife para o Brasil dá início ao trabalho de atuação da Aveda na América do Sul. Segundo ela, o país só tem a agregar para a label por ser altamente consumidor no segmento de beleza. "Desde o início a Aveda fornece aos clientes exigentes produtos e serviços de prestígio com alto desempenho, que usufruem e se aproveitam do poder das plantas a favor da beleza natural”, afirmou Amanda. Já anota na wishlist!





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.