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Coleção à vista: Virgil Abloh arma exposição da Louis Vuitton

Coleção à vista: Virgil Abloh arma exposição da Louis Vuitton
photo Reprodução

As intervenções dão um aperitivo do que está por vir na coleção masculina verão 2019

 

Em 2018, Virgil Abloh assumiu o cargo de diretor-criativo da Louis Vuitton. No primeiro desfile à frente da etiqueta, em junho, ele parou o universo fashion com uma passarela multicolorida. Quem acompanhou o momento irá lembrar que, na fila final, o estilista ficou emocionado e buscou consolo no abraço do amigo Kanye West.

Mais um ano começou e Abloh já deu o start nos trabalhos de 2019. Novamente de forma surpreendente, o estilista e equipe deixaram os fidèles boquiabertos com suas peripécias. O  primeiro devaneio é a instalação de 12 obras de arte pelas ruas de cidades como Tóquio e Nova York. As intervenções dão um aperitivo do que está por vir na coleção masculina Primavera-Verão 2019.  

As instalações foram anunciadas no Instagram de Abloh nesta quarta-feira, 9. Na publicação, ele escreveu que os estúdios estão totalmente empenhados no projeto e aproveitou para nos deixar na expectativa: “Tem muita coisa para acontecer nas próximas três semanas. Vou postar tudo em ordem cronológica”.




Com atmosfera psicodélica, as obras foram inspiradas no clássico Mágico de Oz e mostram cenas do filme, como a estrada de tijolos coloridos e os campos floridos por onde a personagem Dorothy passeia. Fixadas nas fachadas e dentro das stores, as artes são gigantescas - algumas têm mais de 12 metros de altura. É o caso do design colocado na maison da 5th Avenida, em NY.

Desenvolvidas em efeitos holográficos, parte das artes muda de cor com o tempo. O estilista criou vários impressões visuais e, dependendo de onde o design é visto, a perspectiva aparece em tons diferentes. Para personalizar a instalação ao próprio estilo, Abloh riscou lugares próximos com sua marca registrada: a letra X. Segundo ele, o local é um ótimo ângulo para fotos das obras da Louis Vuitton.

 


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.