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'A Morte de Stalin' e o cômico caos dos regimes políticos

'A Morte de Stalin' e o cômico caos dos regimes políticos
collaborated Larissa Duarte e Pedro Lira
photo Reprodução

Regado a humor ácido, longa dirigido por Armando Iannucci retrata de forma cômica a crise política da União Soviética em 1953


A história se passa em um tempo que não existe mais: o totalitarismo de Josef Stalin na falida União Soviética. No entanto, A Morte de Stalin poderia muito bem ser um retrato de qualquer sistema político em nações instáveis, não muito longe do Brasil. O longa de Armando Iannucci brinca com o despreparo de representantes e a ganância por mais poder.

Quando estudamos os absurdos do governo de Stalin, parece impossível rir de tortura, execuções e medo, mas o longa consegue, de uma forma distorcida, dar graça aos eventos de 1953 na Rússia. A comédia gira em torno do conselho de Stalin, que precisa lidar com a morte de seu líder e as infinitas possibilidades para o futuro da nação.

Recheado de cenas que beiram o absurdo, seja fazendo críticas ácidas a tortura, estupro, e execução, ou exibindo um despreparo ridículos dos governantes, o filme se torna uma comédia histórica. Arranca o público risadas nervosas e sensação cômica de vergonha alheia, além de envolver na narrativa, gerando uma expectativa para ver quem ganhará a “corrida pelo poder”.

O protagonismo está nas mãos de Nikita Khrushchev (Steve Buscemi), um inteligente conselheiro de Stalin, e Lavrenti Beria (Simon Russell Beale), chefe de segurança e responsável por prisões e execuções durante o regime. Ambos se aproveitam da inocência (e total incompetência) de Georgy Malenkov (Jeffrey Tambor), que assume o poder provisoriamente nos primeiros dias após a morte do líder.

As atuações são um dos destaques, que apresentam personagens complexos, cômicos, mas sem deixar de lado a mensagem de perigo. Ali, apesar de “paspalhões”, todos são figuras de poder em um regime totalitário. A Morte de Stalin foi foi alvo de censura pela Rússia.


Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal

Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal
photo Reprodução

O affair teria começado no Natal

 

Casal perfeito? De acordo com o jornal inglês The Sun, Brad Pitt está namorando a atriz e ex-modelo sul-africana Charlize Theron. O periódico afirma que o relacionamento teve start no Natal, quando os pombinhos foram apresentados por Sean Penn, ex-marido da loira. 

“Eles estão se vendo casualmente há quase um mês. Eles eram amigos há um tempo, ironicamente apresentados por Sean Penn, e as coisas evoluíram”, declarou uma fonte ao jornal.

Se os boatos forem verdadeiros, esse é o primeiro relacionamento público de Pitt desde que ele se divorciou de Angelina Jolie, em setembro de 2016. Pitt e Jolie têm seis herdeiros juntos. Já Charlize tem dois filhos adotados.

Rixa

Angelina e Theron, inclusive, têm uma rixa de longa data. Segundo a imprensa, as duas atrizes não se suportam por questões profissionais. A história que rola solta em Hollywood é de que elas disputam os mesmos papéis há anos. 

Em 2017, por exemplo, Angelina teria sido convidada para fazer A Noiva de Frankenstein e Charlize ficou como a segunda opção, protagonizando o filme caso a morena declina-se. Nos bastidores dos estúdios, o burburinho era de que a ex de Brad Pitt não tinha interesse no longa, mas enrolou o máximo que pôde para dar sua resposta. Isso só para irritar Theron, que aguardava ansiosamente para saber se iria ou não ser chamada.

“O festival de ódio entre essas duas começou há muito tempo e não vai parar”, informou uma fonte ao site Radar. “É como se os diretores quisessem jogar uma contra a outra, balançando um roteiro para as duas e deixando-as a brigar por ele.” Bafão!