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Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

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collaborated Redação
photo Luara Baggi

A verba arrecadada no evento será revertida às ações da instituição
 

A palavra que encerrou o final de semana foi "solidariedade". Neste domingo, 21, a Ação Social Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Promovida) organizou um almoço beneficente no espaço Villa Rizza, no Setor de Clubes Esportivos Sul.

A verba arrecadada no happening será revertida às ações da instituição, que busca promover o bem-estar de 220 crianças e adolescentes de São Sebastião, região administrativa do Distrito Federal marcada pela desigualdade social. Entre as atividades do centro, programas educativos, culturais e pastorais. A ONG visa oportunizar um ambiente seguro, educativo e lúdico para filhos de famílias que precisam trabalhar e não tem com quem deixar seus filhos no contra turno escolar.

O GPS|Lifetime apoia a causa e mostra os cliques da ocasião.
























Galeria de fotos
Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Iza Matias e Janine Godoy

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Alessandra Paiva, Conceição Pinheiro e Gislene Borges

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Idai Bastos e Fabiola Loureiro

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Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

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Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Wando Borges, Gislene Borges, José Augusto Pinheiro, Alessandra Paiva e Eder Pinheiro

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Joaquim Pedro e Luzia Moura

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Sonia Paiva, Cláudia Paiva, Celinda Soares, Stelina Pinha, Padre Antonio Gomes, Neide Amorim e Diana Rocha

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Denise e Fabiana Barbosa

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Emylze Calaça, Moema Leão e Heloísa Valadão

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Otávio Henrique Franco e Graci Franco

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Vera e Luiz Coimbra

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Karina Lima, Betania Venâncio, Ana claudia Miziara e Benigna Venâncio

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Paulo Uchoa e Andriano Amaral

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Paulinho, Isabel e Paulo Uchoa

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Rita Machado e Amador Oterelo

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Andrea Toledo e Sandra Costa

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Maria da Graça Miziara, Carla Lobo e Claudia Peralta

Do bem: Promovida arma almoço beneficente no Villa Rizza

Marta Pena, Conceição Pinheiro, Isabel Uchoa e Lígia Guerra


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.