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Netflix alerta sobre perigos de desafio inspirado em "Bird Box"

Netflix alerta sobre perigos de desafio inspirado em "Bird Box"

Netflix pediu a usuários: parem de fazer tarefas cotidianas de olhos vendados. Desafio surgiu inspirado no longa "Bird Box"

 

A Netflix pediu aos seus usuários que parem de postar vídeos na internet fazendo tarefas cotidianas com os olhos vendados, imitando a personagem de Sandra Bullock no filme Bird Box.

O sucesso de Bird Box - que, segundo a Netflix foi visto por mais de 45 milhões de assinantes da plataforma de streaming - originou um desafio que se tornou viral nas redes sociais, no qual as pessoas gravam vídeos realizando tarefas cotidianas com os olhos vendados.

A intenção do desafio é imitar a personagem de Bullock, que habita um mundo apocalíptico no qual as pessoas vivem com os olhos vendados para evitar serem possuídas por uma força oculta que se apodera dos seus medos, levando-lhes ao suicídio.

Deste modo, várias pessoas imitam algumas das cenas do filme e se gravam caminhando pela rua, tomando banho ou dirigindo com os olhos vendados, em vídeos que depois postam nas redes com a hashtag #BirdBoxChallenge.




"Não posso acreditar que tenha que dizer isso, mas: por favor, não se machuquem com o desafio Bird Box. Não sabemos como isto começou e apreciamos o amor pelo filme, mas Boy e Girl - as crianças do filme - só têm um desejo para 2019, e é que não acabem no hospital por fazer memes", escreveu a Netflix na sua conta de Twitter nos EUA.

Embora não tenha sido divulgado nenhum caso grave, muitas pessoas ficaram levemente feridas ao gravar seus vídeos em um desafio que lembra outros similares e que em algumas ocasiões terminaram com grandes emergências médicas.

Bird Box é, até agora, o filme mais visto da Netflix sete dias depois da sua estreia em dezembro, segundo a plataforma.

 

Com informações da Agência EFE


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.