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Alexandre Pires e Gusttavo Lima discutem feio por horário de show

Alexandre Pires e Gusttavo Lima discutem feio por horário de show

Os músicos eram atrações em evento em Santa Catarina na noite deste sábado; a briga foi parar nas redes sociais

Uma briga entre Alexandre Pires e Gusttavo Lima está dando o que falar nas redes sociais. Os cantores se desentenderam na noite deste sábado, 5, durante evento na Arena Petry, em São José. em Santa Catarina.

Em seu Instagram, Alexandre Pires disse que seu show começaria às 22h e seria seguido pela apresentação de Gusttavo Lima. Todavia, o sertanejo teria entrado em contato com a produção do evento e dito que se não tocasse antes de Pires iria embora e cancelaria seu show. 

"A equipe disse que não era para montarmos o palco porque o show dele seria o primeiro. Se não fosse assim, o cantor iria entrar no avião e iria embora. Ou então que a casa escolhesse um dos dois shows. Depois, iniciou-se uma discussão", afirmou Alexandre Pires em vídeo publicado na rede social. 

"Quero registrar minha surpresa com Gusttavo Lima e sua equipe por essa postura. Em meus 30 anos de carreira, nunca passei por uma situação tão desagradável, com tanto desrespeito", complementou Pires. O pagodeiro afirmou que teria em mãos todos os contratos referentes ao horário dos shows e que seu escritório tomaria "as devidas providências".

A Arena Petry publicou um anúncio no Instagram informando que "a pedido da produção do cantor Gusttavo Lima, foi necessário alterar a ordem dos shows desta noite". Ainda de acordo com a publicação, o show do sertanejo foi realmente remarcado para às 22h e o de Alexandre Pires para às 1h.




Depois de sua apresentação, Gusttavo fez uma série de vídeos na rede explicando o ocorrido:  “Acabei o show agora São José, em Santa Catarina, nosso Buteco do Gusttavo Lima. Vocês sabem que é um projeto que a gente já faz há cinco anos. Em cada região, a gente procura adicionar, agregar um artista pra gente fazer nosso projeto. Acho que quem ganha isso é o público. E nosso convidado dessa vez foi nosso amigo Alexandre Pires, mas parece que ele não ficou muito feliz com o convite e com os horários. Declaro aqui que esse lance de horários é totalmente responsabilidade da produção do evento, da produção do nosso escritório, porque é um projeto idealizado por mim e toda nossa produção. Fico muito decepcionado que o Alexandre não tenha gostado do nosso projeto, não tenha gostado de nosso evento”, disse.

Ainda no palco, o cantor falou sobre o ocorrido para o público e completou: “Enquanto eu for dono do buteco, eu abro as portas e fecho a hora que eu bem entender”.

Na manhã deste domingo, 6, o sertanejo apagou as publicações. Já Alexandre, aproveitou para publicar um vídeo que mostra o contratante do show agradecendo o profissionalismo do cantor e explicando que o pedido para a mudança de horários aconteceu às 16h de sábado, 5.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.