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Legião Urbana volta a Brasília com clássicos da banda

Legião Urbana volta a Brasília com clássicos da banda
collaborated Redação
photo Reprodução

Com os álbuns Dois e Que País É Este?, Dado Vila-Lobos e Marcelo Bonfá vem para Brasília no dia 23 de março

 

Legião Urbana é uma banda lendária. Parte da história e cultura da cidade, as músicas que refletem histórias do quadradinho conquistaram o Brasil. Não à toa, o grupo faz parte do rol de grandes artistas do país. Refletindo esse amor pela música, os remanecentes Dado Vila-Lobos e Marcelo Bonfá voltam às origens em um show inédito no ginásio Nilson Nelson no dia 23 de março.

A apresentação terá entre o setlist inúmeros sucessos de dois albuns clássicos do rock brasileiro, lançados em 1986 e 1987, respectivamente. Integrantes da formação original na Legião ao lado de Renato Russo e Renato Rocha (Negrete), o guitarrista e o baterista lideram o grupo que conta com os vocais de André Frateschi; a guitarra e violão de Lucas Vasconcellos; os teclados e programações de Roberto Pollo e o baixo de Mauro Berman, que também assina a direção musical do show.

Ainda embalados pelos mais de 30 anos de carreira, os músicos, a exemplo do que vem acontecendo desde 2015, quando começaram os shows em comemoração à data com turnê do primeiro disco LegiãoUrbana, levarão o público a uma viagem por grandes sucessos como Faroeste Caboclo, Quase sem querer, Índios, Que país é este, Eu sei, o hino Tempo Perdido, entre tantos outros.

A iniciativa fecha o ciclo de comemorações de lançamento da trilogia formada pelos primeiros álbuns da banda. Ao longo de um ano e meio, foram 100 apresentações para mais de 500 mil legionários de diferentes gerações e regiões do país. 

 

Serviço

 

O que? Legião Urbana em Brasília

Quando? Dia 23 de março às 22h

Onde? Ginásio Nilson Nelson

Quanto? A partir de R$ 50

Vendas por este link e pelo número (61) 4003-6860





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.