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Capitais do Brasil: o país sob os olhos do sueco Åke Borglund

Capitais do Brasil: o país sob os olhos do sueco Åke Borglund
collaborated Redação
photo Cortesia

Os cliques em Salvador, Rio de Janeiro e Brasília foram feitos em 1957, durante uma viagem do repórter fotográfico ao redor do país

 

Em uma visita ao país por dois meses, em 1957, o repórter fotográfico sueco Åke Borglund fotografou as cidades de Salvador, Brasília e Rio de Janeiro. Os frutos da jornada, parte do acervo da pioneira Mercedes Urquiza, podem ser conferidos na exposição Capitais do Brasil, no Museu Nacional da República, até 6 de janeiro.

A vinda ao país aconteceu em decorrência da vitória em um concurso que teve como prêmio uma viagem à América do Sul. Com olhar estrangeiro, ele registrou, com atenção, os detalhes das paisagens e das populações locais – 63 imagens estão no Museu Nacional.

"São fotos que mostram muito a força e a energia dos trabalhadores e, em especial, dos negros, nordestinos e candangos que constroem essas cidades", conta o curador Berttoni Licarião.

 

 

O sueco fotografou uma Brasília em construção, a vida na Cidade Livre (atual Núcleo Bandeirante), com pessoas pelas ruas, alojamentos de operários e bares. Uma realidade bem diferente da vista na contemporaneidade.

"Em Salvador, as imagens são, principalmente, de saveiros e trabalhadores à beira-mar, no cais, em mercados", explica Licarião. Já no caso do Rio de Janeiro, as paisagens mais evidentes são do Cristo Redentor e do aterro da Lagoa Rodrigo de Freitas.

O público pode transitar pela memória nacional ao conferir fotos de Bento Viana e Åke Borglund (parte do acervo de Mercedes Urquiza) na mostra Capitais do Brasil, que também conta com poemas e projeções.

Ela retrata as três cidades que já abrigaram a sede dos poderes do Brasil: Salvador, Rio de Janeiro e Brasília. A exposição promove experiências sensoriais e interativas ao público ao mostrar diferentes formas de enxergar o país e interpretá-lo.

Para isso, os curadores Berttoni Licarião e André Honor propõem uma narrativa a partir de três elementos: água (Salvador), ar (Rio de Janeiro) e terra (Brasília).

 

Serviço

 

O que? Exposição Capitais do Brasil

Onde? Museu Nacional da República (Eixo Monumental), Galeria do Térreo

Quando? Até 6 de janeiro, de terça a domingo, das 9h às 18h30

Mais informações: (61) 3325-5220





Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
photo Reprodução

Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã