GPS Lifetime GPS Lifetime

Smart Speakers: assistentes pessoais ganham popularidade

Smart Speakers: assistentes pessoais ganham popularidade
collaborated Sabrina Pessoa

Agora, os dispositivos têm assistentes de voz, funcionam sob comandos e automatizam casas
 

Era uma vez, os grandes dispositivos alto-falantes que existiam nas casas para fazer conexão com o sistema estéreo. Quase sempre na forma quadrada, os aparelhos convertiam o sinal elétrico em ondas sonoras. Mas, com o passar dos anos e inovações tecnológicas, esses itens ganharam formas diferentes, sem contar as diversas funcionalidades. 

Em 2014, a empresa Amazon introduziu os smart speakers no mercado e iniciou uma revolução nos alto-falantes que, recentemente, fazem mais do que apenas transmitir som. Agora, os dispositivos têm assistentes de voz, funcionam sob comandos e automatizam casas. Dentre tantas funções, uma cativou o público em especial: o toque da playlist sem precisar ir ao eletroeletrônico. 

No ano passado, a nova tecnologia foi destaque no segundo dia da Web Summit – maior conferência da Europa no segmento. O evento ocorre anualmente a nível mundial. Segundo o site Wolfpack Digital, os palestrantes convidados citaram os smart speakers, além de todas as tendências de tecnologia que desafiam as mentes dos seres humanas. 

Queridinho do momento

A novidade fez sucesso embaixo das árvores natalinas e nas cartinhas do Papai Noel. Nas after Christmas – vendas pós-Natal –, algumas marcas se destacaram nas listas de presentes deixados para comprar após a passagem da celebração cristã. Segundo o site Techradar, as labels escolhidas foram Google, Amazon e Apple. Há vários modelos disponíveis no mercado. Ficou interessado?

Confira onde comprar:

Google

Amazon

Apple





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.