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Transparência: Tiffany passa a divulgar a origem dos diamantes

Transparência: Tiffany passa a divulgar a origem dos diamantes
collaborated Bruna Nardelli
photo Cortesia

A iniciativa é possível graças a 20 anos de investimento em compras responsáveis e habilidade artesanal

 

Tiffany & Co. anunciou nesta quarta-feira, 9, que começará a compartilhar com os clientes a proveniência (região ou país de origem) dos diamantes que excedem 0.18 quilates comprados recentemente e registrados individualmente.

A iniciativa, que entra em vigor imediatamente, é possível graças a 20 anos de investimento em compras responsáveis e habilidade artesanal de diamantes.

As informações geográficas de cada uma das peças Tiffany serão reveladas por meio de um número de série “T&Co” exclusivo, gravado a laser e invisível a olho nu. 

Além de ter a certeza de que as joias são livres de conflitos, a grife acredita que conhecer a proveniência é essencial para garantir que as pedras estejam entre as compras mais responsáveis do mundo.

“A Tiffany há muito está comprometida com a rastreabilidade dos diamantes e com exceder os padrões do setor para promover a proteção do meio ambiente e dos direitos humanos”, afirma a diretora de sustentabilidade da label, Anisa Kamadoli Costa.

Vale frisar que a Tiffany & Co. é a única joalheria de luxo global a possuir e operar as próprias oficinas de polimento de diamantes em todo o mundo, onde mais de 1.500 artesãos garantem a qualidade extrema.

Para continuar se destacando, a meta da empresa para 2020 é compartilhar a jornada artesanal das pedras, além de suas proveniências. A ação, uma novidade no mercado, tornará a experiência de compra ainda mais enriquecedora para o cliente, que passará a compreender o processo de criação da peça do início ao fim. 

“Os diamantes, formados há três bilhões de anos e trazidos à superfície da Terra por um milagre da natureza, são símbolos dos momentos mais importantes em nossas vidas. Diamantes Tiffany devem ser transparentes”, declara o diretor executivo da Tiffany & Co, Alessandro Bogliolo.

“Nossos clientes querem e merecem saber de onde vem sua joia mais valiosa e apreciada, e o processo pelo qual ela passou", finaliza. Shine brighter!





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.