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Limited: Virgil Abloh assina coleção com Moët & Chandon

Limited: Virgil Abloh assina coleção com Moët & Chandon
photo Cortesia

Um dos designers mais requisitados da atualidade Virgil Abloh assina uma coleção exclusiva de garrafas com a maison francesa

 

Ele modificou a moda de luxo e não tem limites para a criatividade. O atual diretor artístico da linha masculina da Louis Vuitton, Virgil Abloh, acaba de assinar uma colaboração exclusiva com a Moët & Chandon.

São garrafas contemporâneas com design personalizado do clássico Néctar Imperial Rosé.

A parceria reforça a importância da maison francesa como uma marca de luxo moderna, sempre um passo à frente, com o objetivo de garantir e manter toda a relevância ao longo de sua história.

Ao contrário do clássico selo dourado, Virgil optou por algo mais clean. A garrafa transparente é adornada com detalhes em tons de branco, rosa e dourado e traz a assinatura do designer em seu corpo. O rótulo também destaca o visual estonteante das bolhas dentro do vidro.


 

A coleção especial Moët & Chandon c/o (by) Virgil Abloh™ apresenta dois formatos de garrafas, sendo uma de 3L Jeroboam artesanal, disponível exclusivamente para amigos e familiares do criativo, além de uma edição de 750ml disponível exclusivamente nos Estados Unidos (EUA), a partir do dia 1° de outubro em cidades como Nova York, Miami, Los Angeles, Atlanta e Chicago.

Desde o seu lançamento, em 2004, é considerado o champanhe de sucesso para os amantes de demi-secs (doces). 

O rótulo satisfaz e aguça todos os sentidos dos apreciadores com sua riqueza refinada e sofisticada e distingue-se pelo sabor frutado extravagante, densidade no palato e acabamento nítido que surpreende.

O designer

Fundador do fenômeno Off-White, o americano de 37 anos também é DJ e assina algumas collabs importantes, com a MonclerLevi's, Jimmy Choo e Nike. Em 2003, ele foi estagiário da Fendi ao lado de Kanye West e, dois anos depois, foi finalista do prêmio de fashion designers LVMH Prize





Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.