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Grace Kelly inspira suíte em hotel de luxo na Riviera Francesa

Grace Kelly inspira suíte em hotel de luxo na Riviera Francesa
photo Reprodução

O espaço de 910 m² imprime, com maestria, a sofisticação da eterna princesa de Mônaco
 

Grace Kelly faleceu há mais de 35 anos, mas continua sendo referência quando o assunto é estilo e sofisticação. Prova disso é a recém-inaugurada suíte do Hôtel de Paris Monte-Carlo, na Riviera Francesa. O espaço foi inspirado, em cada minúcia, na eterna pincesa de Mônaco. O resultado? Uma acomodação digna da realeza.

Dono de uma história lendária, o Hôtel de Paris Monte-Carlo é conhecido por receber personalidades célebres há mais de 150 anos. O spot, inclusive, tem uma relação íntima com Grace Kelly. O local foi escolhido a dedo pela princesa para sediar seu jantar de casamento com o príncipe Rainier, em 1956. 

Grace Kelly e príncipe Rainier

Vinte anos depois, ela retornou ao point para celebrar suas bodas de porcelana. Os eventos da nobreza, é claro, trouxeram visibilidade ao complexo hoteleiro, que é megarequisitado desde então. Não à toa, o spot resolveu prestar uma homenagem a princesa, elaborando um quarto à altura. 

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Batizada de Princess Grace, a suíte possui 910 m², divididos em dois andares. Apresenta design refinado e contemporâneo e oferece uma visão de 180° do mar Mediterrâneo. Com piscina de borda infinita, banheira de hidromassagem e salão ao ar livre, a acomodação proporciona uma experiência do mais alto luxo. 

A vista do espaço de ares palacianos pode ser bem doce, mas o preço da diária é um tanto quanto salgado. Para passar uma noite por lá, é preciso desembolsar nada menos do que €30 mil (aproximadamente R$ 135 mil). Superexclusivo!

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Vai para a Escócia? Conheça a suíte onde a realeza se hospeda

O próximo destino a ser carimbado no seu passaporte é Edimburgo, capital da Escócia? Se prepare para aterrissar diretamente na suíte mais luxuosa da terra do whisky. Para passar somente uma noite no quarto, o hóspede precisa desembolsar nada menos que R$ 27 mil.

Localizada na Balmoral Hotel, a suíte tem como nome de “batismo” Scone & Crombie. Assim é chamada por homenagear o icônico Palácio de Scone, patrimônio histórico conhecido por ter sido o local da coroação dos reis escoceses.

De altíssimo padrão, o ambiente conta com uma antessala espaçosa – ideal para check-ins privativos –, sala de jantar, dois quartos dignos da realeza e uma sala de estar completa com lareira e janelas do teto ao chão. Para quem ama apreciar uma vista privilegiada, o quarto fica de frente para o centro histórico de Edimburgo.

Os designers da Suíte Scone & Crombie apostaram na paleta de cores diversificada. Enquanto a sala de estar e jantar têm paredes coloridas em verde pastel, o quarto principal traz tons amarelos que refletem a paisagem campestre escocesa.  Para retratar ainda mais o luxo, acabamentos ricos, tapeçaria e papel de parede que prestam homenagem ao edifício histórico da era vitoriana.

Ao longo dos últimos 115 anos, o quarto já hospedou algumas personalidades icônicas, como membros de famílias reais da Europa, chefes de estado e grandes nomes de Hollywood, por exemplo, Sophia Loren eElizabeth Taylor.

Lançado em 1902, o Balmoral abriu suas portas como um hotel ferroviário para os visitantes de Edimburgo. O resort é um dos símbolos da Escócia, sendo que, está entre os edifícios mais fotografados de Edimburgo. O spotfica na segunda posição.

Além da suíte mais cara, o hotel ainda tem um majestoso relógio, o qual passou a ter o papel de celebridade por ser um dos cartões-postais da cidade. Uma das curiosidade é que o relógio tem o horário adiantado em três minutos, a fim de que as pessoas não percam os seus trens, uma tradição que o Balmoral mantém até hoje.

Prontos para o check-in pela pomposa suíte? 


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.