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Com família Bolsonaro, Shi Tzu Théo chega ao Palácio da Alvorada

 Com família Bolsonaro, Shi Tzu Théo chega ao Palácio da Alvorada
collaborated Roberta Pinheiro
photo Reprodução/Instagram

O cãozinho é atendido por um pet shop brasiliense 

 

Toda família tem seu fiel escudeiro, seja cachorro, gato ou papagaio. Com os atuais moradores do Palácio da Alvorada, não seria diferente.

Se antes, Thor e Picoly corriam pelos jardins da residência oficial - o último, inclusive, chegou a mergulhar no lago que há dentro da propriedade -, agora, é a vez de Théo. O animal da raça Shih Tzu pertence à família Bolsonaro e é o mais novo candango.

O pequeno está aos cuidados de Keli, do Au Au Pet Shop, localizado no Lago Norte.


Théo tem dois anos e é bem calmo. Ele tem uma irmã de raça não definida. 

O Au Au Pet shop é velho conhecido do Palácio da Alvorada. Os profisisonais do empreendimento já atenderam os animais de Marcela Temer e vão até a residência oficial do presidente para realizar os serviços. 

 




Leia também: O resgate do pet de Marcela Temer vira notícia internacional

O episódio no qual a primeira-dama Marcela Temer pulou no Lago Paranoá para salvar um dos cachorros da família virou manchete na imprensa internacional. De acordo com informações do Estado de S. Paulo, o caso aconteceu no mês de abril, mas só veio a público nesta semana.

Marcela levava o cachorro, chamado Picoly, da raça Jack Russell, para uma volta nas dependências da residência oficial, acompanhada do filho, quando o cão mergulhou no lago que há dentro da propriedade. De roupa e tudo. 

Uma servidora que acompanhava a primeira-dama foi afastada da função logo em seguida. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República tomou a decisão porque a funcionária não ajudou Marcela Temer a socorrer o animal.

Além de Picoly, a família tem também Thor, um Golden Retriever.


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.