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Brasileiro é o que paga mais caro no mundo por roupas da Zara

Brasileiro é o que paga mais caro no mundo por roupas da Zara
collaborated Gustavo Azevedo
photo Reprodução

Pesquisa da BTG Pactual aponta que as lojas da Zara no Brasil cobram, em média, 18% mais caro do que as americanas

 

É quase impossível ir à uma loja da Zara e não sair com pelo menos uma sacola. Enchê-la, no entanto, é o problema. Segundo pesquisa da empresa especializada em investimentos BTG Pactual, comprar roupas da marca no Brasil não é a melhor saída. Isso porque o brasileiro é o que mais paga no mundo para adquirir peças da etiqueta.

O levantamento aponta que as lojas brasileiras cobram, em média, 18% mais caro por uma peça de roupa da Zara do que nos Estados Unidos.

O estudo mediu os preços de uma cesta de 12 produtos vendidos em stores da label de 43 países, comparando os valores aos cobrados na América.

Eslovênia, Eslováquia, Portugal e Espanha são os locais com os preços mais em conta. Nos países, é possível adquirir uma peça com o valor 36% menor do que o cobrado em terras americanas.

Vale ressaltar que os dados da pesquisa levam em consideração os preços brutos das roupas, convertidos em dólar, e não levam em consideração o custo de vida de cada país.

Esta é a quarta edição do índice, criado pelo BTG Pactual em 2014. Somente uma única vez, em 2016, comprar no Brasil foi mais barato do que na terra do Tio Sam.




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Zaralovers: etiqueta espanhola lança primeira linha de maquiagem

Uma visita no shopping e quando você olha para o lado está de frente para a vitrine da Zara. É amor à primeira vista. Para uma legítima apaixonada por moda será impossível deixar de entrar na loja e sair sem algumas sacolinhas a tiracolo.

Queridinha entre as celebs, a etiqueta espanhola conquistou desde Penélope Cruz a duquesa de Cambridge, Kate Middleton. As belas vez ou outra são vistas com peças-curinga da fast fashion.

Mas, agora, a label promete abrilhantar também rosto das fashion addicts. Famosa pelas coleções de roupas e acessórios democráticos, a Zara decidiu lançar uma linha de maquiagem, criada em colaboração pela rainha da maquiagem, Pat McGrath.

O début da marca no universo beauty ficou a cargo da “Zara Ultimate”, collection que inclui batons em dois tipos de acabamentos. Os produtos foram inspirados nos backstages das campanhas da marca.

Já disponível nas lojas, a linha conta com 12 batons em bala sem brilho e nove versões líquidas em matte. Os tons variam do vermelho intenso ao lilás clarinho, passando pela família dos nudes e marrons. Há também uma série de lápis labiais e o Ultimatte Trio, conjunto que vem com um batom de cada tipo, além de um lápis de boca.

A linha já está à venda com exclusividade no e-commerce da Zara. Enquanto o batom líquido custa R$ 38,50 e o tradicional vale R$ 50. Ainda não se sabe quando o lançamento chega ao Brasil. Vamos torcer!


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

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collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.