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Paixão sob duas rodas: GPS|Lifetime conta a história de brasilienses apaixonados pelo motociclismo

Paixão sob duas rodas: GPS|Lifetime conta a história de brasilienses apaixonados pelo motociclismo
collaborated Gustavo Azevedo
photo Bruno Cavalcanti e Luara Baggi

Dos mais aventureiros aos mais urbanos, não importa... O que vale mesmo é o amor pelos veículos de duas rodas

 

Uma, duas, três… Isso mesmo, três motos. De Harley-Davidson a BMW, não importa. Para a empresária Ana Flávia Coelho, o valor sentimental vai muito além do que o preço de cada uma delas. O amor pela velocidade e a sensação única que o motociclismo oferece nutrem essa paixão. E, nestes mais de 20 anos de relação, digamos que até afetiva com as amigas de duas rodas, foram diversas experiências - sem contar os milhares de quilômetros percorridos pelo Brasil e por várias outras partes do globo.

A última viagem da empresária ficará na memória. Sob uma imponente BMW GS 1200, pilotou pelas exuberantes paisagens da Noruega. Foram mais de 500km rodados por dia, além de diferentes e ótimas surpresas pelo caminho. A beleza das paisagens naturais é uma atração à parte, segundo ela. “É muito bom sentir o vento no rosto e poder admirar tudo que passa por nós durante uma viagem. Nessa última, que me marcou muito, pude contemplar cenários lindos: montanhas, rios, mar, neve, águas cristalinas…”, lembra.

Apoiadora do motociclismo feminino no Distrito Federal e participantes de alguns moto clubes da capital, Ana Flávia diz que o número de mulheres adeptas à prática vem aumentando ano a ano. Ela comemora o fato de ser uma das motociclistas mais experientes da capital. Sob duas rodas, atravessou continentes e trouxe na bagagem lembranças de lugares incríveis.

“Apesar de algumas viagens terem muito mais homens do que mulheres, e até ser a única entre eles, piloto também com amigas mulheres - minhas companheiras na maior parte do tempo, aqui no Brasil.” Quando questionada se já sofreu algum tipo de preconceito, ela ressalta. “Eu, particularmente, nunca fui vítima de preconceito porque sempre me posicionei em tudo que faço”, destaca.

Mas, voltemos ao início de tudo, quando ela se tornou uma motociclista. A modalidade, para Ana Flávia, é muito mais que um hobbie ou uma prática que já faz parte de sua rotina, é um estilo de vida. E essa história de amor - que, inclusive, foi à primeira vista - teve o pontapé em meados de 1982. “Na garupa de uma CB 400”, lembra.

Segundo a empresária, tudo começou porque o então namorado, Luiz Filipe Coelho, - hoje marido - já pilotava. Ela conta que Luiz Filipe chegava tão feliz das viagens, que quis, então, passar por essa experiência. Pouco tempo depois os dois casaram, e Ana ganhou sua primeira moto de presente: uma Vespa. No entanto, a tal da experiência não foi tão agradável assim. “Foi uma tragédia”, brinca Ana.

A motociclista ressalta ainda que o esposo não tinha muita paciência para ensiná-la a pilotar. Após o susto, ela decidiu tirar a carteira e aí ganhou uma moto esportiva de verdade: uma  Kawasaki. Pronto, bastou sentir a sensação de liberdade pela primeira vez para Ana nunca mais abandonar sua paixão de duas rodas. Hoje, com toda bagagem que tem, ela celebra cada quilômetro vivido em cima delas.

“As motos podem até ser caras, mas isso não é o importante. Existem algumas mais baratas e que proporcionam o mesmo prazer. O importante é pilotar. Não importa se uma é mais cara e a outra é mais barata. Sabe por que o símbolo do motociclismo é a caveira? Porque quando uma ossada é encontrada, você não sabe se é de branco, de negro, de asiático, se era de uma pessoa rica ou pobre. A caveira significa igualdade. Quando estou em uma moto, não me interessa o que você faz ou quanto ganha”, completa.

Cliques de algumas experiências de Ana Flávia Coelho pela estrada!

Entre amigos

Pelo menos duas vezes na semana, o grupo de amigos motociclistas se encontram na quadra 15 do Lago Sul. Os encontros se tornaram tão recorrentes, que um deles decidiu abrir um bar que leva o número do ponto de encontro da equipe: o Na 15 Bar - sede oficial da turma. Como eles mesmo definem, são oito empresários que nas horas vagas se aventuram pelas estradas do Brasil e mundo afora. É no local que, além de jogarem papo fora, planejam as rotas.

A amizade já dura muitos anos, mas o clube de motociclismo iniciou mesmo só em 2016. Certa vez, em comum acordo, todos decidiram comprar uma moto para viajarem juntos. Desde então, o foco é não ficarem parados. Sempre que podem estão na estrada. São viagens mais curtas, de até 500km, segundo eles. As mais desafiadores, entretanto, consideradas longas, também não podem faltar. Em outubro de 2017, o grupo fez a primeira. Origem: Brasília. Destino: Bahia. Mais precisamente, Arraial d'Ajuda, no litoral do estado.

Luiz Henrique Elbel, 53 anos, é um dos integrantes do clube. Sua paixão por motos começou muito cedo, ainda na adolescência. Dono de uma BMW GS, Luiz diz que o motociclismo funciona como uma válvula de escape para a rotina. “Quando estou em cima da minha moto, na estrada, eu esqueço de tudo. É um astral tão gostoso”, ressalta.

O também empresário Marcelo Talarico, 57, lembra a viagem mais desafiadora - a mais recente realizada pelo grupo. Durante a expedição pelo Sul do país, o grupo passou três serras. Entre elas, a do Rastro da Serpente, considerada o paraíso dos motociclistas. “Foi simplesmente espetacular. A serra tem mais de 1250 curvas. Essa viagem durou dez dias e percorremos mais de 4.500 quilômetros”, comenta entusiasmado, já com o próximo destino da turma de aventureiros: o Peru.

No clube, o que não falta é animação - um dos requisitos para participar. Amante do rally e bastante experiente no esporte, Elsinho Cascão, 58, também guarda um espacinho para o motociclismo. Quando tinha 22 anos, porém, um acidente fez com que ele abandonasse a modalidade. “Fiquei mais ou menos seis anos sem andar de moto”, afirma. Apesar desse trauma, um amigo de Elsinho o encorajou a voltar a pilotar. Nesse meio tempo, entre idas e vindas, participou inclusive de competições. Dono de duas potentes motos - uma BMW e uma Ducati - o empresário destaca que o clube de amigos fez com que ele sentisse novamente paixão por esses veículos de duas rodas.

Tratado como presidente do grupo, o advogado Luiz Filipe Coelho, 58, brinca que o moto clube não nasceu com o intuito de obrigar ninguém a nada. Muito pelo contrário. Todos são livres e isso que mantém a amizade de todos firme e forte. “Não temos estatuto ou regras. Esse é um moto clube informal. Nos reunimos pela afinidade que um tem pelo outro, pela longa convivência que temos”, acrescenta.

Fotos dos amigos durante suas viagens!

Mais urbano

Se, para alguns, o motociclismo está relacionado à viagens, aventura e sensação de liberdade pelas estradas, para outros, nem tanto. É o caso de Marcelo Araújo, 35 anos, que se considera um motociclista urbano. Ele diz que sempre teve vontade de comprar uma Ducati, mas por pressão de familiares e amigos acabou adiando a conquista. “Sempre tem aquela pessoa que vem falar que andar de moto é perigoso, que causa muitos acidentes”, completa.

Como ele mesmo diz, certa vez acabou criando coragem e comprou o modelo que tem hoje. Mas, nada de ir para lugares longes ou fazer viagens - nem que sejam curtas. Para Marcelo, a relação com a sua moto é mais de admiração do que hobbie. "Admiro muito quem tem coragem de pilotar por várias horas e ir até para fora do país em cima de uma moto. No entanto, esse não é o meu estilo. Sou mais da cidade mesmo", finaliza o empresário.

Só para motociclistas

Brasília conta com diversos moto clubes, inclusive locais especiais para os motociclistas e seus veículos. O Kluster - Moto Hub e Community, no Setor de Oficinas Norte, é um desses espaços. Por lá, a intenção é fazer com que os amantes da modalidade se sintam em casa - literalmente. O point nasceu com o objetivo de proporcionar acesso às ferramentas corretas, conhecimentos básicos ou avançados para qualquer pessoa que queira desenvolver seus próprios projetos.

Com ou sem experiência, todos são bem-vindos. O Kluster ainda oferece workshops que abordam desde a troca de óleo, pintura automotiva, manutenção básica, até a criação do tanque da sua moto partindo do zero. Além da oficina, o espaço conta também com uma estrutura completa com lounge, bar, café, espaço para BBQ e eventos.

Para os apaixonados pela Harley-Davidson, o ponto de encontro é na 510 Norte. Além de vender motos da marca, o local possui oficina qualificada. A Brasília Harley-Davidson é a única concessionária da capital com serviços autorizados. Seja qual for o seu estilo ou necessidade, o espaço é especializado no estilo harleyro.

Brasília Capital Moto Week

E está chegando o maior encontro de motociclistas na América Latina. O Brasília Capital Moto Week acontece entre os dias 18 e 29 de julho, na Granja do Torto. Motivo de muita agitação na cidade, este ano o evento tem muito a comemorar: celebra seus 15 anos. Titãs, Capital Inicial e Raimundos estão entre as atrações.


B-day Selena Gomez: sempre nos holofotes, cantora responde críticas da mídia

B-day Selena Gomez: sempre nos holofotes, cantora responde críticas da mídia
photo Reprodução

Personalidade do globo com o maior número de seguidores no Instagram – ao todo são 126 milhões, Selena Gomez comemora 26 anos, neste domingo, 22. Em 2018, além de ter sido consagrada como o rosto das grifes Coach e Puma, a atriz e cantora norte-americana não saiu dos holofotes.

Dentre tantas opiniões ao seu respeito, a celeb mostra que além de talentosa, tem muito amor próprio e esbanja carisma. Sempre que pode, ela compartilha momentos intimistas ao lado de familiares e amigos na rede social.

 

O GPS|Lifetime listou três vezes que a rainha do Instagram reagiu bem ao seu estilo às críticas da mídia. Confira!

 

1 – Noivado de Justin Bieber: depois do ex Justin Bieber ter pedido a modelo Hailey Baldwin em casamento, Selena Gomez voltou aos holofotes. Tudo o que a mídia mais queria saber era como a atriz estava durante e após o anúncio repentino. No momento em que foi revelado o pedido, a celeb foi fotografada bem plena por amigos em um iate de luxo, em Nova York. Vida que segue!

 

 

2 – Met Gala 2018: idealizado pela stylist Kate Young, a produção da atriz foi considerada over e não agradou muito os internautas. Assim que passou pelo red carpet do evento, Selena foi metralhada nas redes sociais devido às escolhas para o outfit. O vestido e o penteado foram bastante criticados, mas a make, ganhou destaque pelo excesso de bronzer. A reação dela: levou tudo na brincadeira e, dias depois, compartilhou um vídeo engraçado contando sua rotina antes de chegar ao Met Gala.

 

 

3 – My body: não é de hoje que o corpo de Selena recebe duras críticas. Durante um passeio de barco em Sidney, na Austrália, a cantora foi fotografada e às imagens ao serem divulgadas, receberam comentários maldosos. Quando o episódio ocorreu em março, a jovem tinha feito um transplante de rim. Nas fotos, deu possível para ver as cicatrizes da cirurgia. Empoderada, Selena rebateu as publicações por meio de um vídeo em que fala sobre o mito e obsessão pela perfeição física. Inspiradora!

 

 

Parabéns, Selena. GPS|Lifetime deseja felicidades!