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Bolsonaro ganha foto oficial de mandato presidencial

Bolsonaro ganha foto oficial de mandato presidencial
collaborated Rebeca Oliveira
photo Divulgação

Jair Bolsonaro teve foto oficial divulgada nesta quinta-feira, 10 

 

Após 10 dias de governo, Jair Bolsonaro (PSL) ganhou um retrato oficial do seu mandato como presidente da República. Com a faixa presidencial e a bandeira do Brasil ao fundo (a foto de Dilma Rousseff não trazia a bandeira), a imagem foi clicada no Palácio do Alvorada por Alan Santos, da Secretaria de Comunicação Social do governo.

Gabinetes presidenciais e repartições públicas terão uma versão do clique, que substitui a fotografia de Michel Temer, retirada na semana passada. 

Pela primeira, o registro foi divulgado em primeira mão nas redes sociais, assim como fez ao compartilhar o novo logo do governo. 

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"Pátria Amada Brasil": Bolsonaro divulga logomarca do governo

A identidade visual que estampará as ações da gestão de Bolsonaro traz a bandeira do Brasil e o slogan "Pátria Amada Brasil"

Por Gustavo Azevedo e Marina Ferreira 

 

Assim como diversas decisões tomadas por Jair Bolsonaro, o novo presidente usou as redes sociais para divulgar a nova logomarca do governo federal. 

A identidade visual, que estampará pelos próximos quatro anos as ações de sua gestão, traz a bandeira brasileira e o slogan "Pátria Amada Brasil". Bolsonaro fez questão de dizer que, com a divulgação pela internet, os cofres públicos economizaram mais de R$ 1,4 milhões

O lançamento da logomarca foi feito em um vídeo, o qual traz uma breve narração de pontos que fizeram parte da campanha eleitoral de Bolsonaro. 

“Em 2018, não fomos às urnas apenas para escolher um novo presidente. Fomos às urnas escolher um novo Brasil, sem corrupção, sem impunidade, sem doutrinação nas escolas e sem a erotização de nossas crianças. Fomos às urnas para resgatar o Brasil.”



Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.