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Balanço positivo! Emplavi celebra ano de conquistas no mercado

Balanço positivo! Emplavi celebra ano de conquistas no mercado
collaborated Emplavi
photo Bruno Cavalcanti

A construtora fecha o ano com muitos investimentos: seis novos lançamentos e a finalização de quatro grandes empreendimentos

 

O ano de 2018 foi de retomada para a indústria da construção civil brasileira – setor de extrema importância para a cadeia produtiva do país. Com a melhora em todos os índices macroeconômicos do Brasil, a confiança do brasileiro melhora a cada dia, tornando a reta final do ano um dos melhores momentos vividos pelo setor desde 2012.

A queda acentuada dos juros, que teve impacto decisivo no custo final e no acesso do consumidor ao crédito imobiliário, a inflação estabilizada e a melhora na renda da população refletiram diretamente na recuperação do setor. Com o aumento do volume de vendas e a queda nos estoques de imóveis novos, construtoras e incorporadoras sinalizaram o aumento em seus investimentos e já começam a planejar 2019 com ânimo redobrado e com perspectivas muito mais otimistas para o mercado imobiliário em Brasília.

Celebrando grandes realizações em 2018, a Emplavi, construtora genuinamente brasiliense com mais de 36 anos de mercado, projeta o novo ano com muito mais otimismo e celeridade. Afinal, além dos quatro novos empreendimentos de dois, três e quatro quartos já concluídos e entregues, a empresa finaliza o clico com mais seis lançamentos, sendo cinco residenciais no Setor Noroeste e um comercial no Sudoeste.

Em entrevista, o gerente de marketing e inteligência imobiliária da construtora, Alexandre Oliveira, faz um balanço da instuição no mercado, além de uma análise sobre o cenário 2019 e suas possibilidades.




A Emplavi é uma das construtoras que mais se destacaram em 2018. Qual é a sua avaliação do ano?

Temos plena convicção de que foi um ano muito especial para nós. Um ano de realizações que marcaram o cenário imobiliário do Distrito Federal com a entrega de quatro obras de dois, três e quatro quartos no Setor Noroeste, além de seis novos lançamentos. Tudo isso representa mais de meio bilhão de reais em novos investimentos no mercado local, consolidando a liderança da Emplavi como a maior construtora de Brasília.

Ao contrário de muitas incorporadoras que recuaram e paralisaram suas operações durante a maior recessão econômica da história do país, a Emplavi decidiu acreditar mais uma vez no grande potencial do mercado imobiliário de Brasília, ampliando suas operações. Fazendo mais com menos, avançamos muito em 2018. Assim, ampliamos nossa participação no mercado.

Além disso, garantimos milhares de empregos diretos e indiretos, cumprindo nossa missão social e contribuindo decisivamente para o desenvolvimento econômico de Brasília.

 

O ano foi de expressivas melhoras na economia brasileira. O mercado imobiliário do DF sentiu essas mudanças?

Na verdade, essa melhoria vem sendo construída desde 2017, quando as primeiras medidas do governo começaram a ter impacto positivo na economia. Um dos setores mais afetados pela crise, a construção civil, foi um dos primeiros a dar sinais de recuperação.

O aumento da demanda por imóveis novos, a volta do crédito mais barato e flexível, a queda da taxa Selic e a melhora da confiança do consumidor foram decisivos para a composição do cenário de recuperação no setor. O ano de 2018 foi o ano da consolidação dessa melhora.

As vendas cresceram, os estoques das construtoras foram praticamente liquidados e, hoje, estamos vivenciando a finalização de um ciclo no mercado imobiliário com grandes perspectivas para uma nova fase de recuperação ainda mais acelerada. Os números apontam nesta direção.

 

O ano de 2019 será de transição. Entrará uma estrutura política totalmente repaginada. Quais são as expectativas da empresa com o novo governo?

O novo governo tem o compromisso de realinhar as bases econômicas do país por meio de medidas que devem diminuir o déficit de suas contas, aumentar investimentos e reaquecer a economia. A partir dessas providencias, estima-se que o PIB cresça. Nesta perspectiva, o mercado imobiliário melhora suas expectativas e aumenta investimentos.

 

Na contramão de outras construtoras, a Emplavi optou por investir. Quais foram os lançamentos e as entregas da incorporadora em 2018?

Como já adiantamos, foram entregas muito significativas que ratificaram os compromissos da empresa com seus clientes, o que fortalece ainda mais os princípios nos quais a Emplavi tem se estabelecido em 36 anos de história. São mais de 29 mil imóveis entregues na capital.  

Em março, foi entregue o primeiro dos quatro novos empreendimentos da construtora finalizados em 2018: o Parque das Orquídeas, um quatro suítes Premium na quadra 102 do Noroeste. Depois foi a vez do dois quartos Jardins dos Hibiscos e do Jardins dos Flamboyants com três suítes, ambos na SQNW 106.  Por fim, em outubro, entregamos o Jardins dos Ipês, quatro suítes, na quadra 104, de frente para o Parque Burle Marx.

 

Como a empresa está se preparando para o próximo ano? Quais novidades que o público pode aguardar?

A Emplavi não para de crescer e avançar. Além dos seis novos lançamentos em 2018 - que já são sucesso de vendas -, a empresa já começa a se preparar para o início de 2019 com mais três lançamentos de dois, três e quatro quartos no Setor Noroeste, o que vai possibilitar uma maior oferta imobiliária no Plano Piloto.

Na vanguarda das tendências arquitetônicas e evoluindo continuamente em seus processos construtivos, a Emplavi busca, a cada novo projeto, soluções tecnológicas que garantem mais eficiência, economia e qualidade aos seus empreendimentos. Essa preocupação agregam ainda mais o alto padrão e um novo estilo de morar e viver em Brasília.

 

O que diferencia a Emplavi das outras construtoras?

Já são 36 anos de história pautada na transparência, respeito e comprometimento com o cliente. Afinal, são mais de 29 mil imóveis entregues no prazo nas melhores localizações de Brasília. Um legado que atesta sua capacidade empreendedora na Capital Federal e sua liderança no mercado imobiliário.

Este reconhecimento e confiança, por parte dos consumidores, se dá, em grande parte, pelo fato de toda a operação ser concentrada na própria construtora há décadas, ou seja, desde a concepção do projeto até a construção e venda do imóvel. Esse diferencial garante a total qualidade do produto e do atendimento.

São centenas de colaboradores, divididos em equipes multidisciplinares, nas diversas frentes de trabalho, envolvidos e comprometidos diretamente com a excelência nos serviços prestados e no sucesso do cliente Emplavi.

Continuar construindo histórias felizes e acreditando sempre no futuro de Brasília é o que faz a Emplavi investir cada vez mais em seus diferenciais competitivos, aperfeiçoando seus processos, consolidando sua liderança de mercado e renovando a sua esperança em novos ciclos de conquistas e realizações.  

Wilson Charles, diretor-comercial da Emplavi, e Alexandre Oliveira, gerente de Marketing

 


Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional
collaborated Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

 

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, às 22h, para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira, 22, num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira, 23, no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira, 24, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 25.




Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.