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Que os amores ventem, soprem, que as brisas levem as emoções 

Que os amores ventem, soprem, que as brisas levem as emoções 

O amor não nasceu para ser um teste de alta resistência, de forte impacto, uma maratona onde temos de testar todos os fundamentos, gabaritar quesitos.

 

Como é bom pisar em terra firme. Não importa tanto a direção ou saber pra onde ir. O importante é a sensação durante a viagem. Depois que o mundo desabou e eu desabei dele e nós desabamos juntos e, lá no chão, como crianças, o mundo e eu caimos na gargalhada até chorar de tanto rir, depois dessa enorme gafe, adotei uma espécie de mantra bem pessoal: se você não sabe pra onde ir, você nunca está perdido. E como eu andei sem rumo muito tempo nos últimos tempos, essa frasezinha serviu não só de consolo, mas como um guia mesmo: não eu não estava perdido. Em relação a que se não sabia qual era o caminho a seguir?

Mas talvez mais importante que o destino seja a estrada. Mais importante que a chegada é o caminhar. E no amor - lá venho eu jogar essa pedra no caminho - amar suavemente é um exercício de meditação. E meditar é não pensar em nada: não pensar no que será, no que foi. Apenas no que está sendo. Ser um bom amante é ser leve e essa leveza só existe quando o amor está desconectado de todas as frequências de ruído que um dia já soaram como amor, amores ruidosos do passado, que ecoam nos amores do presente quando os conectamos de alguma forma. Mas basta viver cada coisa de cada vez e ufa!

É tão bom e tão mais fácil ser bom e ser fácil. É tão mais difícil e doloroso ser difícil e doloroso. Um pouquinho de banalidade não faz mal e libera endorfinas e revela nuances do que podemos ter de melhor. O amor não nasceu para ser um teste de alta resistência, de forte impacto, uma maratona onde temos de testar todos os fundamentos, gabaritar quesitos. Há também o amor que apenas bafeja, é uma aragem, sopra. Não é sólido como a pedra, nem afoga como os mares. Ele venta. É um amor assim que eu gostaria de ser e é um amor assim que eu gostaria que atravessasse meus umbrais.

Porque amores não precisam ser amargos. Não precisam doer. Não precisam ferir. Não precisam causar desespero. Amores podem apenas passar. Como os ventos. E deixarem a sensação de frescor. E podemos sentir na pele a brisa enquanto eles trafegam por nós. E quem quer prender os ventos? Quem quer sequestrar os sopros? Sentir, sentir enquanto a atmosfera do amor os provoca. Porque um dia a calmaria chega e eles se foram. Então, que flutuemos como a pluma, enquanto os amores nos levem, enquanto sejamos leves para que ventos nos levem, para que os amores sejam leves e nos deixemos ir e nos deixar levar. Para onde vai o vento ou até onde, pouco importa. 

Que os amores ventem, soprem, que as brisas levem as emoções.





Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
photo Reprodução

Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã