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O amor é para decifrar enigmas e não para resolver equações

O amor é para decifrar enigmas e não para resolver equações
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O homem frágil se aventura em tentar decodificar o amor

Ah, e eu que nunca fui de ninguém neste exato instante não pertenço a mim. Porque o capricho do amor se encaixa em mim e me arrebata, e me impõe seu domínio, e eu não me rendo, pois já fui ocupado. E quanto mais eu não me tenho, mais dono de mim me sinto. Quanto mais me dou, mais inteiro me percebo. Quanto mais possuo, mais me entrego. Quanto maior minha oferenda, maior a recompensa.

Amor, estranha ciência, arte e feitiçaria em que as regras subvertem as convenções. Por isso os códigos do amor são sempre tão secretos. Porque adianta pouco o que sabemos fora dele. Na lógica do amor, largamos a pedra e ela cai para cima. O amor tem sua própria gravidade. Na lógica do amor, 1 + 1 pode ser igual a 0 ou a 1.000 trilhões. O amor tem sua própria métrica. Na lógica do amor, longe pode ser perto, e perto, longe; um dia pode ser eternidade; feio pode ser a coisa mais linda que existe e lindo pode não ter nenhuma graça.

Definitivamente, o amor não faz sentido. E esse é o grande sentido do amor. Porque o que faz sentido é a lógica, mas quem se apaixona por ela? Para quê? O que queremos é decifrar enigmas e não resolver equações. E, se possível, não decifrar e nos tornarmos indecifráveis também. O amor é um voo por instrumentos sob pesada neblina nas mais elevadas alturas, sujeito a tempestades e raios, mas é só assim que conseguimos voar.

E nossas asas planam nas altitudes e sentimos os ventos. Nos deixamos levar e olhamos as cordilheiras, o esplendor das alvoradas, e vemos todas as dobras dos mais volumosos rios e as extensões sem fim das escaldantes areias dos mais reluzentes desertos, e a imensidão do tapete verde de todas as florestas, e o branco glacial dos extremos do mundo. Voamos tão alto que ficamos amigos da lua e, de vez em quando, até o sol parece fazer alguma erupção em apenas para nós.

Até que um dia caímos no chão. Espatifamos. O amor, sabemos, tem dessas. Não tiramos o pé do chão, mas é como se tivéssemos despencado das nuvens. Uma dor sem fim toma conta de nós. Uma dor que não acaba nunca. Uma dor que é para sempre.

Mas, eis mais uma trapaça desse traiçoeiro, o sempre e o nunca no amor têm prazo de validade. E quando menos esperamos, estamos de novo batendo asas. Ainda não voando. Mas com as asas abertas. Na beira do precipício. Não sabemos quando e nem de onde, mas, se soprar algum vento forte, nos projetaremos para além da terra firme. E sentiremos o que sinto agora. Um homem frágil diante do amor que é dono de tudo e que, quanto mais me aprisiona, mais me liberta.

Ah, essas coisas do amor...





Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo

Hora da gramática: saiba como pronunciar o nome de grifes de luxo
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Às vezes, a nomenclatura das labels mais queridinhas do mundo da moda é um tanto complicada de falar

 

Algumas grifes são assunto garantido no papo entre amigas, porém nem sempre da forma correta. Os nomes de origem francesa, inglesa ou italiana ganharam versões abrasileiradas devido o nível de complicação da pronúncia.

Não gosta de se enrolar na hora de falar o nome da grife? Seus problemas acabaram! Abaixo confira como pronunciar certinho a nomenclatura das etiquetas mais hypadas do universo fashion

 

Alexander Wang – Alecsander Uéng

Balenciaga – Balenssiaga

Balmain – Balmá

Bottega Veneta – Botêga Vêneta

Bvlgari – Búlgari

Celine – Cêlín

Christian Louboutin – Cristian Lubutã

Comme des Garçons – Com Dê Gásson

Dolce & Gabbana – Doltchey end Gabana

Givenchy – Givonchí

Gucci – Gúti

Hermès – Erméz

Jacquemus – Jaquemus

Jean Paul Gaultier – Jon Pol Gotiê

Lanvin – Lanvã

Louis Vuitton – Lui Viton

Marchesa – Marquêsa

Moschino – Mosquino

Ralph Lauren – Ralf Loren

Tommy Hilfiger – Tomi Rilfiguer

Versace – Versatchê

Vetements – Vetmon

Yves Saint Laurent – Ivi Sã Lorrã