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Como mudam as sístoles e as diástoles ao longo de uma vida…

Como mudam as sístoles e as diástoles ao longo de uma vida…

Perdas podem trazer enormes e surpreendentes recompensas. E podemos viver melhor. E podemos amar melhor. E podemos ser melhores. Para nós e para os outros



Ao longo dos tempos, fui constatando, um tanto perplexo, traços consistentes e duradouros em mim da mais absoluta sanidade. Espantado, questionava e (re)indagava: onde anda o meu velho eu?

Acho que todos nós nos assombramos de vez em quando com aquilo que nos tornamos. Quantos contornos peculiares e inimagináveis vieram à tona com o correr dos anos? Quantos traçados se desbotaram com os calendários? E no amor? Como mudam as sístoles e as diástoles ao longo de uma vida...

Nunca encontrei uma razão convincente para a minha inexplicável e progressiva melhora no contato com as coisas, com as pessoas e com a vida. E faço uma advertência meramente empírica: creio que esse fenômeno de viver melhor a existência acomete a grande maioria dos meus semelhantes, na medida em que caminhamos e avançamos em direção ao nada. O máximo que consegui foi arriscar um palpite precário, para mim satisfatório.

Acho que melhorei porque piorei. Complicada a proposição? Nem tanto. Deixe-me aclarar um pouco o conceito. A passagem do tempo em geral significa a decadência de todas as nossas funções vitais.

Então, a decadência é um vetor decisivo da vida. Muitos vêem a palavra decadência apenas como algo negativo. Aí é que está: não necessariamente. A natureza é tão harmoniosa na sua encantadora dinâmica do equilíbrio que, sim, decaímos em nosso vigor, no volume do colágeno, na memória. Mas...




Decaímos também na nossa capacidade nata de nos autoflagelar, de desperdiçar o essencial, de dar importância para o secundário. Os nossos defeitos e as nossas angústias inúteis também sofrem os efeitos da decadência. E, quando o tempo passa, não somos mais tão capazes de nos sodomizar como éramos no nosso começo. Então, passamos a viver melhor. Não porque necessariamente experimentamos uma evolução existencial, mas porque simplesmente nosso poder de nos ferir vai perdendo a potência que um dia teve.

E, aí, subitamente, podemos notar que viver um dia inteiro deixou de ser um suplício que alguma vez achamos que pareceu ser. Por essa ótica, um tanto heterodoxa, concordo, melhoramos porque pioramos. Melhoramos porque pioramos na nossa pulsão de fazer mal a nós mesmos. E, por extensão, àqueles que amamos.

Sei que essa abordagem é estranha e provocativa. No entanto, coloco aqui para reflexão. Acho um tanto pretensioso e autolaudatório o conceito de seres evoluídos que se elevam com a passagem da vida. Prefiro essa visão mais cruel de que nosso avanço, na verdade, é o recuo das nossas limitações. Me parece mais humano. Afinal, somos imperfeitos.

O homem frágil fez uma escalada cheia de tropeços, árdua e desgastante. A medida que foi galgando as encostas, pode se maravilhar com novos horizontes. Essa é a dor e a beleza da vida, sem dúvida. E o maior prêmio dessa escalada é que vamos perdendo muitas coisas pelo caminho, mas deixamos também aquilo que não nos faz bem.

Então, perdas podem trazer enormes e surpreendentes recompensas. E podemos viver melhor. E podemos amar melhor. E podemos ser melhores. Para nós e para os outros. Tudo isso porque pioramos na nossa vontade involuntária de fazermos o pior para nós. Que bom que piorei. Espero que você piore também. No melhor sentido! No sentido da vida...


Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal

Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal
photo Reprodução

O affair teria começado no Natal

 

Casal perfeito? De acordo com o jornal inglês The Sun, Brad Pitt está namorando a atriz e ex-modelo sul-africana Charlize Theron. O periódico afirma que o relacionamento teve start no Natal, quando os pombinhos foram apresentados por Sean Penn, ex-marido da loira. 

“Eles estão se vendo casualmente há quase um mês. Eles eram amigos há um tempo, ironicamente apresentados por Sean Penn, e as coisas evoluíram”, declarou uma fonte ao jornal.

Se os boatos forem verdadeiros, esse é o primeiro relacionamento público de Pitt desde que ele se divorciou de Angelina Jolie, em setembro de 2016. Pitt e Jolie têm seis herdeiros juntos. Já Charlize tem dois filhos adotados.

Rixa

Angelina e Theron, inclusive, têm uma rixa de longa data. Segundo a imprensa, as duas atrizes não se suportam por questões profissionais. A história que rola solta em Hollywood é de que elas disputam os mesmos papéis há anos. 

Em 2017, por exemplo, Angelina teria sido convidada para fazer A Noiva de Frankenstein e Charlize ficou como a segunda opção, protagonizando o filme caso a morena declina-se. Nos bastidores dos estúdios, o burburinho era de que a ex de Brad Pitt não tinha interesse no longa, mas enrolou o máximo que pôde para dar sua resposta. Isso só para irritar Theron, que aguardava ansiosamente para saber se iria ou não ser chamada.

“O festival de ódio entre essas duas começou há muito tempo e não vai parar”, informou uma fonte ao site Radar. “É como se os diretores quisessem jogar uma contra a outra, balançando um roteiro para as duas e deixando-as a brigar por ele.” Bafão!