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A entrega é o exercício mais sublime do verdadeiro amor

A entrega é o exercício mais sublime do verdadeiro amor

De onde virá esse medo de amar, de entregar-se? Afinal de contas, o nunca tentado não pode gerar tanto temor



Como se entrega o que sempre se conteve? O que sempre ficou trancafiado? Como arrombar todos os cadeados? Onde estão as chaves que jamais existiram e as senhas nunca decoradas? O amor surge primeiro que a entrega e, às vezes, passa antes que essa se consume.

Mas, como chamar de amor um amor assim, como chamá-lo de pleno, se algo não foi totalmente vivenciado? Porque a entrega é o exercício mais sublime de um verdadeiro amor. E amores sem entregas são amores, mas não são totais.

Será que um dia venceremos a última barreira que nos separa do significado pleno de amar? Ou amaremos sempre amores homeopáticos, amores defensivos, amores cautelosos, amores fugidios, amores que são avatares do verdadeiro amor?  De onde virá esse medo de amar, de entregar-se? Afinal de contas, o nunca tentado não pode gerar tanto temor.

Temor de que senão não sabemos o que? Será o medo do desconhecido que nos tolhe? Será que ao menos uma vez não valerá a pena rasgar o manual de amores já vividos e se lançar na margem de erro de tentar acertar? Como desligar os condicionamentos e simplesmente se deixar levar? Como?

Ah, eu vejo tanto medo à minha volta. Vejo medo na coragem dos amores fáceis e descartáveis. Vejo medo na eterna busca para não chegar a nada e ter no eterno desencontro o álibi perfeito para mascarar o pavor.

Sim, o pavor, o pavor que pode arrebatar apenas aqueles que sentem a fragilidade inebriante de não se sentirem mais apenas em si mesmos, mas navegando pelas corredeiras barrentas ou serenas do encontro de águas do amor.

E que medo dá! Medo de afogamento, medo de monstros das profundezas, medos de ser devorados. Medos que sentimos ou inventamos. E o primeiro impulso é nadar desesperadamente em direção à margem e nadamos e nadamos até o coração parecer explodir.

Alguns sobreviventes se salvam e pisam em terra firme. E se dão conta que uma calma estranha invade a noite. E acordam de madrugada ainda um tanto perturbados. E, mais uma vez, sentem o conforto de não estarem tão à deriva.

O rio é o amor. Tão lindo, um espetáculo tão poderoso, que nos leva pelo seu curso e nos joga nas suas quedas e que nos conduz pelo seu traçado sinuoso e nos reserva santuários da mais transcendente contemplação.

E eu me pergunto: porque temos tanto medo? Olhar o amor passando pode ser uma linda lembrança, mas vivê-lo, vivê-lo, é mergulhar. De onde vem esse medo do rio se olhamos para ele com tanto encantamento?


Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal

Novo amor: Brad Pitt está namorando Charlize Theron, diz jornal
photo Reprodução

O affair teria começado no Natal

 

Casal perfeito? De acordo com o jornal inglês The Sun, Brad Pitt está namorando a atriz e ex-modelo sul-africana Charlize Theron. O periódico afirma que o relacionamento teve start no Natal, quando os pombinhos foram apresentados por Sean Penn, ex-marido da loira. 

“Eles estão se vendo casualmente há quase um mês. Eles eram amigos há um tempo, ironicamente apresentados por Sean Penn, e as coisas evoluíram”, declarou uma fonte ao jornal.

Se os boatos forem verdadeiros, esse é o primeiro relacionamento público de Pitt desde que ele se divorciou de Angelina Jolie, em setembro de 2016. Pitt e Jolie têm seis herdeiros juntos. Já Charlize tem dois filhos adotados.

Rixa

Angelina e Theron, inclusive, têm uma rixa de longa data. Segundo a imprensa, as duas atrizes não se suportam por questões profissionais. A história que rola solta em Hollywood é de que elas disputam os mesmos papéis há anos. 

Em 2017, por exemplo, Angelina teria sido convidada para fazer A Noiva de Frankenstein e Charlize ficou como a segunda opção, protagonizando o filme caso a morena declina-se. Nos bastidores dos estúdios, o burburinho era de que a ex de Brad Pitt não tinha interesse no longa, mas enrolou o máximo que pôde para dar sua resposta. Isso só para irritar Theron, que aguardava ansiosamente para saber se iria ou não ser chamada.

“O festival de ódio entre essas duas começou há muito tempo e não vai parar”, informou uma fonte ao site Radar. “É como se os diretores quisessem jogar uma contra a outra, balançando um roteiro para as duas e deixando-as a brigar por ele.” Bafão!