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Wedding bells: relembre os casamentos mais marcantes da realeza

Wedding bells: relembre os casamentos mais marcantes da realeza
collaborated Theodora Zaccara
photo Getty Images/Google Imagens

Faltando menos de uma semana para o tão aguardado casamento de Meghan Markle e Príncipe Harry, que promete romper as barreiras da história no próximo sábado, 19, as expectativas não podiam ser mais altas. O vestido da noiva, apesar de muito especulado, ainda é uma incógnita, enquanto locação, confeitaria e um pequeno extrato da lista de convidados - alô, elenco de Suits! -, já são de conhecimento do público. 

Ainda assim, a aura de curiosidade e deslumbre que permeia a cerimônia real é motivo para expulsar da cama expectadores em todo o mundo, que acordarão por volta das 6h, horário de Brasília, para acompanhar o movimento em torno do castelo de Windsor.

Em clima nostálgico, GPS|Lifetime aproveita o momento para relembrar outros grandes casórios do circuito real - e desejar para que, com sorte, os próximos dias passem muito rápido. 

 

Diana e Charles, Inglaterra 

Impossivel falar em casamentos reais sem começar por um dos mais icônicos - e assistidos - momentos do século XX. A união entre a nobre Lady Diana Spencer e o Principe de Gales, Charles, foi realizada no dia 29 de julho de 1981, e televisionada para, aproximadamente, um bilhão de pessoas em todo mundo. 

O vestido da noiva, referência oitentista que marca a moda até os dias de hoje, foi encomendado pelo Palácio de Buckingham aos designers David e Isabel Emanuel, que concluíram cada ponto-cruz com o mais alto sigilo. Adornando a cabeça, uma tiara de ouro com diamantes fez par com o véu monumental. Nem os pés escaparam do luxo e pompa da realeza, e ganharam 150 pérolas encrustadas nos saltos de Lady Di. 

A extensiva lista de convidados com mais de 3.500 nomes contou com chefes de Estado e de Governo de todos os cantos da Europa. Realizada pelo Bispo de Canterbury, a cerimônia religiosa foi descrita pelo sacerdote de uma forma que o resto do globo não falharia em copiar: como “um conto de fadas”.

Grace Kelly e Rainer III, Mônaco 

Seis anos e onze filmes depois de iniciar uma sólida carreira em Hollywood, a americana Grace Kelly jogou tudo para o alto ao se apaixonar por Rainer III, Príncipe de Mônaco. De renda e tafetá do véu à bainha, o modelo desenvolvido pela figurinista Helen Rose levou a herança showbiz da loira até o altar. A peça, encrustada com centenas de pérolas, demorou seis semanas para ser terminada, e precisou de mais de 30 provas até chegar ao caimento perfeito. 

A cerimônia intimista, realizada posteriormente à civil, comportou apenas 80 convidados próximos à família real. Na sequência, uma recepção para os cidadãos de Mônaco deu aos “plebeus" uma chance de ver de perto a nova princesa do mediterrâneo - que, ao contrário das especulações da mídia, radiava felicidade no grande dia. 

Sofia Hellqvist e Carl Philip, Suécia 

Casados há pouco menos de dois anos, o Príncipe Carl Philip e a ex-modelo Sofia Hellqvist protagonizaram polêmicas desde o primeiro encontro. Ela, uma reality star capa de revista, não era a pretendente favorita para o trono da Suécia. Ele, entretanto, se apaixonou. No dia 13 de junho de 2015, os pombinhos se casaram na capela do Palácio Real de Estocolmo. As celebrações, entretanto, começam na véspera: a convite do Rei e Rainha da nação nórdica, um grupo restrito de convidados foi invitado para jantar ao lado da família real sueca.

Os presentes, a pedido dos noivos, ganharam finalidade diferente: em vez de regalos cheios de luxo para os “pombinhos”, Carl e Sofia pediram aos convidados que realizassem doações a uma fundação voltada à educação de crianças e jovens. 

Tatiana Blatnik e Nicolau, Grécia

Favoritas entre o jet-set internacional, as ilhas gregas são incontestáveis cartões-postais. Tornam-se mais ainda quando viram pano de fundo de um dos casamentos mais notórios da Grécia: a união entre o Principe Nicolau e a bela Tatiana Blatnik. A bordo de um modelo de mangas longas feito pelo estilista venezuelano Ángel Sánchez, a loira chegou à igreja de carruagem e foi guiada pelo padrasto até o altar. 

Bela, a loira roubou a cena com uma tiara pertencente à coleção oficial da família real grega, e foi centro das atenções no banquete nupcial que sucedeu a celebração religiosa. 

Letizia e Felipe, Espanha 

Adornada por mais de 20 mil rosas andinas, espécie proveniente do Equador, a igreja de Santa Maria la Real de la Almudena, em Madri, nunca antes havia sido palco de uma celebração tão grandiosa. No dia 22 de maio de 2004, entretanto, a catedral recebeu mais de 1.200 convidados por um motivo não menos nobre: o casamento do então Príncipe Felipe com a plebeia Letizia Ortiz. 

O vestido da noiva, assinado pelo notório designer espanhol Manuel Pertegaz, foi par da tiara emprestada pela sogra Sofia, e completado por um véu de renda valenciana de mais de 100m de comprimento. Nos pés, salto altíssimo de 10cm. 

Kate Middleton e Príncipe William, Inglaterra

Dois bilhões e meio de pessoas. Essa foi a marca de expectadores alcançada no que é, até os dias de hoje, um dos maiores casamentos da história. Em 29 de abril de 2011, o mundo assistia ao primogênito de Diana e Charles, o Príncipe William, subir ao altar e se casar com Kate Middleton. 

Realizada na Abadia de Westminster, a cerimônia religiosa durou por volta de 1h15m e reuniu cerca de 1 milhão de passantes, que se aglomeraram nos arredores da igreja e do Palácio de Buckingham. Dentro da basílica, mais de 1.900 convidados tiveram a honra de conferir a solenidade. A aliança do casal, produzida com ouro galês - tradição da família real britânica -, foi feita apenas para Kate, visto que William optou por não usar a joia. 

 


#GPSNaCopa: Isabella Lim dá dicas de Moscou, uma das cidades sede do Mundial

#GPSNaCopa: Isabella Lim dá dicas de Moscou, uma das cidades sede do Mundial
collaborated Theodora Zaccara
photo Reprodução

Exímia viajante, Isabella Lim da a letra de como aproveitar a capital russa fora dos estádios

Sessenta e seis países em vinte um anos. Na matemática, a proposta é possível, mas apertada: três pátrias por mês. Na prática, é nada menos que a vida, história e paixão de Isabella Lim. Filha de pai chinês, a estudante de Publicidade nasceu com dualidade no sangue, e o gosto pelas cabines de avião - despertado logo na infância -, rendeu cliques em cartões-postais como Nepal, Islândia, Noruega, Tailândia e Rússia, nação que está a menos de 19 dias de sediar a Copa do Mundo. 

Com toda essa bagagem, a jovem faz gosto em desaguar todo seu conhecimento do globo sob o “arroba" checklim, que atualiza com afinco para registrar cada restaurante, loja, monumento e diversidade das dezenas de países que visita com frequência. GPS|Lifetime questionou a bela quanto à terra gelada, e traz o roteiro feito sob medida para aproveitar a Rússia em meio aos gols e pênaltis do mundial de futebol. Skavuska!

 

Antes de entrar no mérito de Moscou, cidade na qual desfrutou de uma temporada durante o ano de 2017, Lim não falha em abordar um assunto primitivo, indispensável para dar início a qualquer outro: a língua. "A língua russa é completamente diferente da latina. A maioria dos russos que conheci não sabiam inglês, o que dificultava muito a comunicação. Por isso, procuramos auxílio de uma guia para nos acompanhar durante a viagem”, conta. Dito isso, é hora de enaltecer a capital soviética. 

"Moscou é uma cidade encantadora, é fácil se apaixonar por cada cantinho. Tendo sido palco de tantas guerras, a cidade respira história. É preciso mergulhar na cultura russa, experimentar comidas típicas, seu famoso e internacional “strogonoff”, a bebida nacional - a vodka, que significa “aguinha” -, suas dancas folclóricas, seus corais de vozes masculinos, o famoso Teatro Bolshoi, seus parques e jardins...

Sem esquecer da simbólica Praça Vermelha, palco do poder da era soviética - de Lenin e Stalin a Brezhnev, passando por Mikhail Gorbachev e chegando à era Putin. Ou dos artistas do mundo clássico da música, como Tchaikovsky, Korsakov, Glinka, Borodin, além de escritores como Pushkin, Tolstoi, Dostaievsky e muitos outros expoentes. A Rússia encanta pela beleza e por sua rica cultura. "As danças kossacas e polovitsianas, todas folclóricas, encantam os turistas, bem como o emblemático Circo de Moscou", se derrete, apaixonada. 

Dentre as visitas que não devem ser ignoradas, a jovem destaca as igrejas católicas ortodoxas de São Basilio, na Praca Vermelha, e o magnificente Kremlin,  "sede do governo russo e uma fortaleza que guarda, dentro das suas muralhas, praças, jardins, igrejas, palácios, armas, fortes, tesouros, além do maior canhão do mundo e diamante já existente”, ensina Isabella. 

Política, arte e religião: da Praça Vermelha ao teatro Bolshoi, passando pela histórica cidadela de Serguiev Possad, na Rússia cada canto é único

O imponente Kremlin, sinônimo de fortaleza em russo, é uma visita indispensável

 

Para os shopaholics que não pretendem deixar a Rússia sem um novo mimo, a universitária recomenda conhecer o GUM, shopping deluxe localizado na Praça Vermelha, recheado de lojas quase régias. Ao lado do Teatro Bolshoi - spot que também não dispensa visita -, situa-se outro santuário das compras, o TSUM, mall munido com as principais marcas da alta moda.

 

Pit stop para boas compras e inesquecíveis experiências culinárias

 

E não há como falar em Rússia sem ressaltar o Lago dos Cisnes, inspiração da peça de ballet de Piotr Tchaikovsky, que, nas terras gélidas, é uma realidade além da ficção. O sítio fica no parque ao redor do monastério. "Lá conseguimos entender de forma intimista como o grande classicista romântico se inspirou nessa peça mundialmente respeitada”, afirma Isa, que também faz questão de redirecionar a atenção a um outro spot da cidade, demasiado contrastante ao jardim de Tchaikovsky: os metrôs moscovitas. "Elas refletem o desejo de Lênin de transformá-las em verdadeiros palácios para o proletariado soviético", reitera.

Subsolo régil: as estações de metrô possuem magnificência real 

 

Para se deliciar com o tempero da culinária russa, Bella recomenda uma série de restaurantes estrelados. Entre eles, o Café Pushkin, o Doktor Zhivago, o Turandot, o Bocconcino, o japonês Nobu, o Bolshoi e o Café Vogue. Mais que beleza e décor inspirados pela era de auge da aristocracia francesa, eles "possuem um toque especial no paladar”. Vale lembrar também do 02 Lounge, na cobertura do Ritz; o Soho Rooms, que se transforma em boate após o badalar da madrugada;  o Tommy D Gastrobar; e o Fantastic White Rabbit. 

Registros de boa gastronomia internacional são postagens frequentes do @checklim